A GMP suspendeu temporariamente a realização de Programas Públicos.
  • 6 de abril

    Reabertura da Galeria Municipal do Porto a 6 de abril

    A Galeria Municipal do Porto reabrirá ao público no dia 6 de abril e retoma as duas exposições inauguradas no final do ano passado – Nets of Hyphae e Que horas são que horas: uma galeria de histórias –, que poderão ser visitadas até dia 25 de abril no horário habitual durante a semana e das 10 às 13 horas durante o fim de semana.
  • Evento online - 9 de abril

    Lançamento de livro - NETS OF HYPHAE

    O livro "Nets of Hyphae", que acompanha a exposição com o mesmo nome na GMP, de Diana Policarpo, curadoria de Stefanie Hessler e co-produzida pela Kunsthall Trondheim, será lançado no próximo dia 9 de Abril, inserido no programa do segundo Simpósio intitulado "Spiritual Technologies". 
     
    O lançamento contará com Guilherme Blanc, Diana Policarpo e Stefanie Hessler e é co-organizado pela Invisibledrum Art Platform em colaboração com a Kunsthall Trondheim, a Galeria Municipal do Porto e a Mousse Publishing.
    Hora: 18h (GMT +1)
    Duração: 60 mins
    Local: Kunsthall Trondheim e streaming online (registo obrigatório aqui)
    Mais informações em 
    Evento facebook
    Kunsthall Trondheim
  • 15 de janeiro

    A Galeria Municipal do Porto encontra-se encerrada

    Face às novas medidas de contenção da pandemia, que determinam o encerramento dos espaços culturais a partir desta sexta-feira, 15 de janeiro, a Galeria Municipal do Porto estará encerrada durante o período de confinamento.
  • 6 de novembro

    Galeria Municipal do Porto suspende Programas Públicos em novembro

    A Galeria Municipal do Porto decidiu suspender temporariamente a realização dos Programas Públicos associados às suas exposições durante o mês de novembro, face à entrada em vigor das atuais medidas de combate à pandemia de Covid-19.

    Deste modo, foram cancelados os dois programas previstos para o mês de novembro: a conversa entre Margarida Mendes e o artista vencedor da 2.ª edição do Prémio Paulo Cunha e Silva, que se realizaria a 14 de novembro, sábado, às 16h, e o concerto de apresentação do álbum Waves and Whirlpools, de Luís da Riviera, agendado para 15 de novembro, domingo, às 18h30.

    As visitas guiadas que a Galeria Municipal do Porto realiza no primeiro sábado de cada mês, às 16h, estão também temporariamente suspensas, devido à limitação de ajuntamentos a cinco pessoas, prevista no conjunto de medidas de confinamento parcial.

    A GMP continuará, no entanto, de portas abertas, com as exposições Prémio Paulo Cunha e Silva - 2.ª edição e Waves and Whirlpools, que poderão ser visitadas até 15 de novembro.

    A entrada é livre, estando sujeita ao limite máximo de 30 pessoas e demais regras de higiene e segurança atualmente em vigor.
  • 11 de novembro

    Prémio Paulo Cunha e Silva será distribuído por todos os finalistas

    Já são conhecidos os vencedores da 2.ª edição do Prémio Paulo Cunha e Silva, prémio de artes visuais criado pela Câmara Municipal do Porto para artistas com menos de 40 anos que não tenham apresentado mais do que uma exposição individual em espaços de arte internacionalmente reconhecidos. Em reunião no decorrer da exposição homónima, o júri desta edição propôs premiar os seis finalistas – Basir Mahmood, Firenze Lai, Lebohang Kganye, Shaikha Al Mazrou, Song Ta e Steffani Jemison – e repartir o valor monetário de 25.000 euros entre todos eles.

    Devido às restrições decorrentes da situação pandémica, o júri, composto por Isabel Lewis, John Akomfrah, Margarida Mendes e Shumon Basar, não teve oportunidade de visitar a exposição apresentada na Galeria Municipal do Porto e avaliar presencialmente a obra dos finalistas por si nomeados. Estas condições excecionais não permitiram igualmente que, antes da abertura da exposição, os seis finalistas pudessem instalar ou acompanhar a montagem das suas obras no espaço expositivo. Deste modo, os jurados consideraram que não foram reunidas as condições ideais para a atribuição do vencedor da segunda edição do prémio, tendo proposto por conseguinte dividir o prémio monetário pelos seis finalistas.

    O anúncio dos vencedores é feito, simbolicamente, no dia em que se assinalam cinco anos desde a morte de Paulo Cunha e Silva, médico, crítico de arte, curador de arte e vereador na Câmara Municipal do Porto (2013-2015), que marcou intensamente a cultura em Portugal e ao qual a CMP dedicou este prémio como homenagem.

    O júri tinha já analisado os portefólios de 48 artistas, selecionados por um conjunto de 16 curadores por eles indicados, selecionando, por fim, os finalistas agora vencedores. Estes são, nas palavras dos quatro jurados, “vozes – estéticas, éticas, técnicas – que articulam o momento atual, ou pressentem até o que está para vir”.

    Basir Mahmood (Paquistão) recorre ao vídeo, ao filme e à fotografia para refletir sobre elementos sociais e históricos enraizados no quotidiano, enquanto Firenze Lai (Hong Kong) tenta expressar, nas suas pinturas e desenhos, estados de perceção expandida. Já a artista Lebohang Kganye (África do Sul) funde personagens fictícias com personagens “reais” para criar histórias, incorporando escultura, instalação e filme. A escultura é também o meio de eleição de Shaikha Al Mazrou (Emirados Árabes Unidos), artista fascinada pela materialidade na arte, que trabalha a cor e a forma para criar arranjos geométricos e abstratos.

    Por sua vez, Song Ta (China) procura antagonizar as fronteiras estabelecidas entre definições de arte comercial e institucional com obras que exploram a conduta quotidiana de certos grupos da sociedade, enquanto o trabalho de Steffani Jemison (Estados Unidos da América) aborda a privacidade e a opacidade como estratégias de abstração e de resistência política.

    A exposição que reúne as obras dos finalistas, agora vencedores, pode ser visitada até domingo, 15 de novembro, na Galeria Municipal do Porto. No fim de semana, a GMP estará aberta apenas entre as 10h e as 12h30, devido à implementação das novas medidas de recolher obrigatório.

    A entrada é livre, estando sujeita ao limite máximo de 30 pessoas e demais regras de higiene e segurança atualmente em vigor.
  • 15 de novembro, domingo, 18h00

    Waves and Whirlpools: Concerto de apresentação do álbum

    Sendo a música uma das principais componentes da sua prática, Luís Lázaro Matos inspirou-se nos sete temas do seu mais recente álbum, Waves and Whirlpools, para criar os sete dípticos que constituem a exposição homónima.

    O disco – composto e escrito por Luís Lázaro Matos, cantado em conjunto com Diana Policarpo e produzido por Adriano Ferreira Cintra – foi lançado no dia 10 de setembro e será apresentado pela primeira vez ao vivo a 15 de novembro, na Galeria Municipal do Porto.

    Atividade sujeita a inscrição prévia, através do e-mail galeriamunicipal@agoraporto.pt.
    Atividade integrada na exposição Waves and Whirlpools

    Entrada livre
    Galeria Municipal do Porto
  • 14 de novembro, sábado, 16h00

    Prémio Paulo Cunha e Silva – 2.ª edição: Conversa com Margarida Mendes e o artista vencedor

    No dia 14 de novembro, sábado, a Galeria Municipal do Porto propõe uma conversa com Margarida Mendes, membro do júri da 2.ª edição do Prémio Paulo Cunha e Silva, e com o artista vencedor.

    Atividade sujeita a inscrição prévia, através do e-mail galeriamunicipal@agoraporto.pt.
    Atividade integrada na exposição Prémio Paulo Cunha e Silva – 2.ª edição

    Entrada livre 
    Auditório da Biblioteca Municipal Almeida Garrett
  • 7 de novembro, sábado, 16h00 + 17h00

    Visitas guiadas às exposições

    A GMP realiza uma visita guiada às exposições no primeiro sábado de cada mês. Em novembro, serão realizadas duas visitas, às 16h00 e às 17h00.

    Atividade sujeita a inscrição prévia, através do e-mail galeriamunicipal@agoraporto.pt.
    Entrada livre
    Galeria Municipal do Porto
  • 24 de outubro, sábado, 16h00

    Prémio Paulo Cunha e Silva – 2.ª edição: Conversa com Mariana Caló e Francisco Queimadela

    No dia 24 de outubro, sábado, a Galeria Municipal do Porto realizará uma conversa entre Mariana Caló e Francisco Queimadela, os artistas vencedores da 1.ª edição do Prémio Paulo Cunha e Silva, Guilherme Blanc (Diretor Artístico da Galeria Municipal do Porto) e Luís Silva (Diretor da Kunsthalle Lissabon). Às 16h, no Auditório da Biblioteca Municipal Almeida Garrett.

    A participação está sujeita ao levantamento de bilhete gratuito na GMP a partir das 10 horas do dia 24 de outubro, e à lotação do auditório. Pode reservar o seu lugar antecipadamente através do e-mail galeriamunicipal@agoraporto.pt.
    Atividade integrada na exposição Prémio Paulo Cunha e Silva – 2.ª edição

    Auditório da Biblioteca Municipal Almeida Garrett
  • 3 de outubro, sábado, 16h00

    Visita guiada às exposições

    A GMP realiza uma visita guiada às exposições no primeiro sábado de cada mês, às 16h00.

    Atividade sujeita a inscrição prévia, através do e-mail galeriamunicipal@agoraporto.pt.
    Entrada livre
    Galeria Municipal do Porto
  • 13 de setembro, domingo, 16h00

    Waves and Whirlpools: Visita Guiada com Luís Lázaro Matos e Martha Kirszenbaum

    No próximo domingo, dia 13 de setembro, pelas 16h00, o artista Luís Lázaro Matos e a curadora Martha Kirszenbaum farão uma visita guiada à exposição Waves and Whirlpools.

    Atividade sujeita a inscrição prévia, através do e-mail galeriamunicipal@agoraporto.pt.
    Atividade integrada na exposição Waves and Whirlpools

    Entrada livre
    Galeria Municipal do Porto
  • 30 de agosto a 13 de setembro, 21h30

    Ciclo de Cinema Lynn Hershman Leeson na Feira do Livro do Porto

    Technocistem: corpo e tecnologia na obra feminista de Lynn Hershman Leeson 

    No âmbito da Feira do Livro do Porto, será este ano apresentado um ciclo dedicado à obra fílmica de Lynn Hershman Leeson. Em cinco sessões, propõe-se mostrar a forma como, através de obras de ficção e documentais, a artista antecipou visualidades e conceitos que marcam práticas artísticas contemporâneas e explorou problemáticas culturais que hoje são incontornáveis.
     
    Curadoria:
    Guilherme Blanc (Diretor – Arte contemporânea e Cinema, Ágora E.M)


    DOM, 30 AGO
    Intro: Commercial for a New York Hotel Room
    EUA, 1974, 2’
    Seduction of a Cyborg
    EUA, 1994, 7’
    VertiGhost
    EUA, 2017, 13’
    ShadowStalker
    EUA, 2019, 10’

    Apresentado por:
    Sara Castelo Branco (Curadora / Investigadora)
    Kitty Furtado (Investigadora no CES – UC / Membro do Núcleo Antirracista do Porto)


    TER, 1 SET
    Conceiving Ada
    EUA, Alemanha, 1997, 85’

    Apresentado por:
    Né Barros (Coreógrafa / Diretora Artística do Balleteatro)


    DOM, 6 SET
    Strange Culture
    EUA, 2007, 83’

    Apresentado por:
    Joaquim Moreno (Arquiteto / Curador)


    TER, 8 SET
    Teknolust
    Alemanha/EUA/Reino Unido, 2002, 85’

    Apresentado por:
    Mara Andrade (Bailarina / Coreógrafa)


    DOM, 13 SET
    !Women Art Revolution
    EUA, 2010, 83’

    Apresentado por:
    Ana Cachola (Investigadora em Estudos Culturais no CECC – UCP)
    Entrada livre
    Auditório da Biblioteca Municipal Almeida Garrett
  • 11 de setembro, sexta, 18h30

    Sessão de autógrafos com Diogo Jesus (Lançamento do livro “APESAR DE NÃO ESTAR, ESTOU MUITO / DJ NOBITA EARLY YEARS 2002”)

    Este livro é publicado no âmbito da exposição Diogo Jesus: Apesar de não estar, estou muito, com curadoria de João Ribas, apresentada na Galeria Municipal do Porto, entre 2 de junho e 16 de agosto de 2020. Uma edição da Galeria Municipal do Porto copublicada com a Chili Com Carne.
    Entrada livre
    Capela Carlos Alberto – Jardins do Palácio de Cristal
  • 2 de junho, 10h00

    Galeria Municipal do Porto reabriu com novas medidas de segurança

    A Galeria Municipal do Porto reabriu ao público a 2 de junho. Para garantir a segurança dos visitantes e dos funcionários, foi introduzido um conjunto de regras temporárias:

    - Entrada livre sujeita à lotação máxima de 20 visitantes no Piso 0 e 10 visitantes na Mezzanine.
    - Uso obrigatório de máscara.
    - Higienização das mãos.
    - Distanciamento social de 2 metros.
  • 5 de março, quinta-feira, 21h30

    Inauguração Anuário 19 + Performances

    21h30 – Inauguração
     
    22h00 – “Vernissage”
    Performance de Guilherme de Sousa & Pedro Azevedo
     
    23h00 – “Pérola is Burning”
    Atividade integrada na exposição Anuário 19

    Entrada livre
    Palácio das Artes – Fundação da Juventude
  • 21 de fevereiro, sexta-feira, 21h30

    Lançamento da Programação 2020/2021 com Nástio Mosquito + Odete

    “No. One. Gives. A. Mosquito's. Ass. About. Trabalho. De. Preto – Hino de Carne”, 2020
    Performance de Nástio Mosquito
    com Diogo + Moreno Ácido & B Fachada

    Apresentação da Programação 2020/2021

    Lançamento da publicação dos Colectivos Pláka “Politics of Survival

    ODETE
    Dj Set
    Entrada livre
    Galeria Municipal do Porto
  • 16 de fevereiro, domingo, 16h00

    9Kg de Oxigénio: Visita Guiada com André Sousa e Mauro Cerqueira

     
    Atividade integrada na exposição 9Kg de Oxigénio

    Entrada livre
    Galeria Municipal do Porto

    Fotografia:
    Miguel Nogueira / CM Porto

  • 16 de fevereiro, domingo, 18h00

    9Kg de Oxigénio: Performance “Carceleras”, de Tomás de Perrate e Pedro G. Romero

    O artista Pedro G. Romero convidou o cantor Tomás de Perrate para a performance de encerramento da exposição 9Kg de Oxigénio. O visitante será surpreendido pelas entoações e canções flamencas sobre as memórias da cárcere e saudade pela liberdade, que sairão do interior da obra “La Cheka” para o espaços da galeria.
    Atividade integrada na exposição 9Kg de Oxigénio

    Entrada livre
    Galeria Municipal do Porto

    Fotografia:
    Miguel Nogueira / CM Porto 
  • 6 de fevereiro, quinta-feira, 22h00

    Depois do Estouro: Sessão de Cinema II

    Diogo Baldaia
    Miragem Meus Putos
    PT, 24’, 2017

    Leonor Teles
    Balada de um Batráquio
    PT, 11’, 2016

    José Rito
    Will Free
    PT, 12’, 2017

    Andréia Pires e Leonardo Mouramateus
    Vando Vulgo Vedita
    BRA, 22’, 2017
    Atividade integrada na exposição Depois do Estouro

    Sessão programada por:
    Diogo Baldaia

    Os filmes serão exibidos com legendas em inglês e a sessão contará com a presença dos realizadores

    Entrada livre, sujeita à lotação da sala
    Cinema Passos Manuel
  • 1 de fevereiro, sábado, 17h00

    Depois do Estouro: Visita guiada com Pedro Dourado

     
    Atividade integrada na exposição Depois do Estouro

    Entrada livre 
    Galeria Municipal do Porto 

    Fotografia: 
    Miguel Nogueira / CM Porto
  • 23 de janeiro, quinta-feira, 22h00

    Depois do Estouro: Sessão de Cinema I

    Madalena Fragoso e Margarida Meneses
    A Casa e os Cães
    PT, 62’, 2019

    Marcelo Tavares
    Tu. Tu. Tu.
    PT, 12’, 2019
    Atividade integrada na exposição Depois do Estouro

    Sessão programada por:
    Madalena Fragoso e Margarida Meneses

    Os filmes serão exibidos com legendas em inglês e a sessão contará com a presença dos realizadores

    Entrada livre, sujeita à lotação da sala
    Cinema Passos Manuel
  • 11 de janeiro, sábado, 16h00

    9Kg de Oxigénio: Visita guiada com André Sousa e Mauro Cerqueira

     
    Atividade integrada na exposição 9Kg de Oxigénio

    Entrada livre
    Galeria Municipal do Porto

    Fotografia: 
    Miguel Nogueira / CM Porto
  • 14 de dezembro, sábado, 18h00

    Lançamento do livro “Musonautas, Visões & Avarias”

    Lançamento do Livro
    “Musonautas, Visões & Avarias
    1960-2010: 5 décadas de inquietação musical no Porto


    Com concertos de:
    Volúpia Mundana
    +
    João Loureiro, Ana Deus e Rui Fernandes reinterpretam temas dos BAN
    Entrada livre sujeita a levantamento de bilhete no dia e no local
    Teatro Municipal do Porto - Rivoli
  • 8 de dezembro, domingo, 18h00

    9Kg de Oxigénio: Conversa com Dan Graham e Pedro de Llano

    O artista, escritor e curador norte-americano Dan Graham conversará sobre a sua ampla prática artística com o curador e historiador de arte Pedro de Llano, segundo o qual: “conversar com Dan Graham é uma experiência fascinante e vertiginosa. Os temas e ideias seguem como numa montanha-russa e os seus comentários surpreendem e provocam reflexão. Por vezes é dificil perceber se fala a sério, ou mesmo se o que diz é sarcasmo ou elogio — ou ambos ao mesmo tempo. (…) Estamos ansiosos para voltar à conversa, continuando a aprender com um dos grandes artistas de nosso tempo e saber, por exemplo, o que ele acha do novo prédio projetado por Álvaro Siza na sua cidade ou do último álbum da sua amiga Kim Gordon, entre muitas outras coisas”.
    Atividade integrada na exposição 9Kg de Oxigénio

    Entrada livre
    Galeria Municipal do Porto
  • 5 – 8 de dezembro de 2019

    Love and Garbage

    A arquitetura contemporânea, entre muitas outras coisas, é um exercício logístico demorado e preciso na reformulação de valor para maximizar o lucro. Os processos que produzem o edificado da nossa envolvente são tipicamente sistematizados, formal e estritamente hierárquicos, estruturas adequadas ao controlo e divisão social. Trabalhar de forma cooperativa oferece uma alternativa, onde existe a possibilidade real de solidariedade mútua e envolvimento na experiência e conhecimento de outros. Mas como trabalhar de forma cooperativa na cidade, quando as estruturas que as geram e governam se baseiam numa lógica quase diametralmente oposta?

    O coletivo Assemble e um pequeno grupo de seus amigos, colaboradores e cúmplices propõe aos participantes quatro dias de trabalho conjunto. Partindo em cada dia de uma série de leituras breves e processos corporais e materiais sustentados, o trabalho em conjunto será usado como um espaço para lançar a discussão de ideias e preocupações partilhadas, que têm atravessado as correntes da prática do coletivo Assemble ao longo dos últimos dez anos.
    Programa completo aqui

    Tutores:
    Assemble

    Com:
    Madelon Vriesendorp
    Jasmine Padjak
    Thomas Thwaites
    Andrés Saenz de Sicilia
    Richard Wentworth
    Rainer Hehl
    Jerszy Seymour

    Instituto / Passos Manuel / Galeria Municipal do Porto

    Fotografia:
    Assemble
  • 4 de dezembro, quarta-feira, 19h00

    Conversa com Jacopo Crivelli Visconti sobre a 34.ª Bienal de São Paulo

    Com a “poética da relação” como um de seus conceitos centrais, a 34ª Bienal de São Paulo – “Faz escuro mas eu canto” adota um formato inovador, expandindo-se no espaço e no tempo. Marcada pelo encontro e potencialização mútua entre projeto curatorial e atuação institucional, a próxima edição da Bienal, em 2020, envolve a realização de mostras e ações apresentadas no Pavilhão da Bienal e a articulação com uma rede de mais de 20 instituições paulistas. 

    A conversa terá a apresentação da curadora Marta Mestre e é parte do conjunto de apresentações do projeto da 34ª Bienal de São Paulo em instituições internacionais.

    Com:
    Jacopo Crivelli Visconti, curador-geral da 34.ª Bienal de São Paulo
    Marta Mestre

    Coprodução: 
    Projeto Ymago / Galeria Municipal do Porto

    Apoio: 
    Direção-Geral das Artes, Ministério da Cultura, Governo de Portugal

    Entrada livre
    Auditório – Biblioteca Municipal Almeida Garrett
  • 14 novembro, quinta-feira, 19h30

    Performance 'Antropocenas' — Rita Natálio & João dos Santos Martins

     © José Carlos Duarte

    Here is a lesson: what happens to people and what happens to the land is the same thing.
    LINDA HOGAN

    - Eu sou uma pessoa doente
    - Sofres de quê?
    - Alteração climática.

    RITA NATÁLIO

    Partindo-se da discussão em torno do Antropoceno e da atual crise climática, mas também das cosmologias ameríndias, das etnografias multi-espécie, do racismo estrutural, do blues dos robots e de um tronco de sumaúma cortado para que humanos pudessem dançar sobre ele, Antropocenas é uma colaboração entre Rita Natálio e João dos Santos Martins com a contribuição de diversos agentes nas áreas da ecologia, dança, música, antropologia e artes visuais. Uma palestra dançada onde plantas, pedras, gatos, dildos e relva nas axilas podem ser os principais oradores, onde samambaias discutem os seus direitos jurídicos, sacos de plástico suicidam-se, animais fazem petições contra a sua extinção, jardineiros cortam cabelos de plantas, onde abraçamos ursinhos de poluição, comemos terra. Textualmente, ideias da história de arte e da antropologia contemporânea misturam-se, opõem-se, matam-se e esfolam-se para destituir certos ideais de natureza. Antropo ma non troppo.
    Conceção e curadoria: Rita Natálio e João dos Santos Martins
    Proposta inicial e texto: Rita Natálio
    Dança: Ana Pi, Ana Rita Teodoro, João dos Santos Martins
    Artes Visuais: Pedro Neves Marques
    Música e instrumentos: Winga Kan
    Assistência dramatúrgica e de ensaios: Joana Levi
    Escultura: Vera Mota
    Jardinagem, Topiária: José Vilarinho
    Participação especial: Melissa Rodrigues
    Luz: Eduardo Abdala Operação: Manuel Abrantes
    Som: João Pratas
    Produção: Associação Parasita
    Coprodução: Materiais Diversos, São Luiz Teatro Municipal, Festival Temps d’Images, Centro Cultural Vila Flor
    Apoio: Fundação GDA, Goethe-Institut São Paulo, Departamento de Biologia Vegetal da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa; MARE, Centro de Ciências do Mar e do Ambiente, Forbo Flooring Systems
    Residências: Culturgest, O Espaço do Tempo, Materiais Diversos, Centro de Criação do Candoso, 23 Milhas, Devir Capa, Arquipélago – Centro de Artes Contemporâneas
    Parceria: BUALA
    Projeto apoiado pelo Ministério da Cultura / Direção-Geral das Artes.
  • 28 de setembro – 4 de outubro de 2019

    Práticas Pós-Nostálgicas

    Práticas Pós-Nostálgicas é um curso de cultura e pensamento crítico que olha a diversos lugares europeus que encerram histórias coletivas em desaparecimento para explorar a potência da investigação e intervenção curatorial e artística recentes. O curso apresenta diversas abordagens “pós-nostálgicas” de autores que se debruçam sobre espaços na Ucrânia, Polónia, Letónia, Lituânia e Espanha, para compreender como podem as práticas contemporâneas ler, intervir e ressignificar esses lugares, seja na sua relação com memórias do passado como, sobretudo, na redefinição de novas narrativas contemporâneas. Tentando ultrapassar as abordagens estritamente preservacionistas e conservadoras, olha-se a um local específico do Porto, a encosta do Freixo, caracterizada pela simultaneidade da história industrial e pela atual pressão dos interesses imobiliários sobre o edificado e o solo. O programa desdobra-se em conferências, caminhadas, workshops e noutras estratégias espaciais para compreender, e dialogar com, as problemáticas em causa.
    Programa completo aqui

    Tutores:
    Aneta Szylak
    Inês Moreira

    Com:
    Elena Lacruz
    Jonas Žukauskas
    Jorge Ricardo Pinto
    Solvita Krese

    Águas do Porto – Central Elevatória de Nova Sintra

    Fotografia:
    Central Termo Eléctrica Do Freixo (2009), Filomena Nascimento
  • 13 julho, sábado, 18h00

    Conversa com DORA GARCÍA e MARIA TRABULO + Leitura 'UMA ASSEMBLEIA NO DESERTO'

    Conversa DORA GARCÍA e MARIA TRABULO
    Em colaboração com
    'Times of Contemporaneity 2 – Decolonizing Culture'
    com curadoria de CLAIRE BISHOP e NUNO CRESPO
    (Colectivos Pláka)

    Dora García, artista espanhola que vive em Barcelona, é sobretudo conhecida pelos seus arquivos, vídeos e performances baseados nas investigações que conduz. García prepara atualmente um filme sobre a influência de Alexandra Kollontai (1872-1952), líder revolucionária russa, no Terceiro Mundo e entre as feministas negras e chicanas.

    ....

    Leitura
    'UMA ASSEMBLEIA NO DESERTO'
    Três personagens discutem qual o melhor sistema de governo a ser adotado no seu país, após a morte do rei.
    Inspirado numa passagem de Heródoto (Histórias, 440 A.C.)
     Atividade integrada na exposição 'Desertado. Algo que aconteceu pode acontecer novamente'.
  • 10 – 13 de julho de 2019

    The Time(s) of Contemporaneity 2: Descolonizando a Cultura

    O curso The Time(s) of Contemporaneity 2: Descolonizando a Cultura, dando continuidade à edição anterior, reúne artistas e intelectuais para debater a relação entre arte, etnias, instituições e o legado do colonialismo. A descolonização será abordada no sentido mais amplo do termo: como reconhecimento dos legados coloniais na atualidade, como um sistema de repressão existente e como uma prática que afirma diferentes formas de conhecimento reprimido. Os oradores convidados irão explorar metodologias de descolonização em museus e galerias, modos de interagir criticamente com o passado colonial e como os feminismos do Terceiro Mundo usaram o socialismo revolucionário.
    Programa completo aqui

    Tutores:
    Claire Bishop
    Nuno Crespo

    Com:
    Dora García
    Emanuel Lopes (Coletivo Cadjigue)
    Filipa César
    Françoise Vergès
    Kader Attia
    Marinho de Pina

    Clube Fenianos Portuenses / Galeria Municipal do Porto
  • 26 junho, quarta-feira, 19h00

    'THE CHAIR REMAINS EMPTY / BUT THE PLACE IS SET' – Performance JEREMIAH DAY

    Performance de JEREMIAH DAY,
    seguida de conversa com MARIA TRABULO

    As performances pessoais e idiossincráticas de Jeremiah Day recorrem a meios como o diaporama ou a tradição do bardo e centram-se no corpo como material de trabalho, um princípio estabelecido pela dança pós-moderna. A performance resulta da investigação do artista sobre o trabalho de Hannah Arendt – particularmente a sua argumentação, largamente ignorada, em defesa da democracia de conselhos, posteriormente elaborada pelo escritor e ativista Fred Dewey – e os diapositivos reproduzem locais cruciais de Istambul e da Nova Inglaterra.
    A exposição 'Desertado. Algo que aconteceu pode acontecer novamente' integra a performance 'THE CHAIR REMAINS EMPTY / BUT THE PLACE IS SET' de JEREMIAH DAY
  • 15 junho, sábado, 17h00

    Conversa com ANA KUN e MARIA TRABULO

    De certo modo, através da sua intervenção, Ana Kun funciona como uma sombra de Maria Trabulo, fazendo uma cópia imperfeita do seu gesto: Maria Trabulo foi a Teerão e falou com várias pessoas sobre uma coleção de arte que não pôde experienciar em primeira mão; Ana Kun planeia agora uma resposta, lendo descrições das obras de arte dos participantes. Na sua ideia, está a construir este cenário artificial, um pálido reflexo do cenário de Maria Trabulo, num esforço de lhe criar um prelúdio para aliviar o espectador nesta antecâmara que é a escadaria (um espaço que funciona como uma espécie de interregno, que quebra a suspensão de incredulidade e serve para limpar o palato entre as duas exposições). Ímpar! 
    Atividade integrada na exposição 'Desertado. Algo que aconteceu pode acontecer novamente'.
  • 15 de junho, sábado, 18h00

    Exibição do filme 'STATUES OF TEHRAN', de BAHMAN KIAROSTAMI

    STATUES OF TEHRAN
    Documentário, 60'

    Statues of Tehran [Estátuas de Teerão] questiona a função dos monumentos na atual Teerão, uma megametrópole pós-moderna e ideologicamente sobrecarregada, acometida pelo esquecimento. A peça retraça o destino de duas importantes esculturas públicas: a primeira, um trabalho pioneiro encomendado pela família real nos anos 1970 de autoria do então mais destacado escultor da modernidade, Bahman Mohassess; a segunda, um tributo à Revolução Islâmica instalada na Praça da Revolução, de Iraj Esskandari. Sob a égide da Revolução, a primeira foi condenada primeiro ao desleixo e finalmente a ser armazenada, enquanto a segunda se tornou uma peça de referência entre a profusão de projetos públicos que celebram a Revolução e a Guerra Irão-Iraque.
    Atividade integrada na exposição 'Desertado. Algo que aconteceu pode acontecer novamente'. 
  • 18 de maio, sábado, 16h00

    ANUÁRIO: Visita guiada com os curadores

    Joana Machado
    Joaquim Durães
    José Maia
    Miguel Flor
    Rita Castro Neves
  • 18 de maio, sábado, 21h30—01h00

    ANUÁRIO: Performances

    Garcia da Selva & Mafalda Santos
    Metal Locker Acoustics — Xavier Paes
    Sereias
    DJ Urânio & MC Sissi
  • 06 de abril, sábado, 16h00

    ANUÁRIO: Visita guiada com os curadores

    Joana Machado
    Joaquim Durães
    José Maia
    Miguel Flor
    Rita Castro Neves
  • 18 de novembro, domingo , 18h00

    Concerto F.R.I.C.S.

    F.R.I.C.S. — Fanfarra Recreativa Improvisada Colher de Sopa 

     

     

     

  • 17 de novembro, sábado, 17h00

    Lançamento do Livro + Sessões

    17h Lançamento do Livro 

    18h Sessão com Fernanda Bernardo

    21h Sessão com Isabel Soveral 
    Fernanda Bernardo é professora de filosofia contemporânea na Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, posicionada na Desconstrução e na intersecção da filosofia com a literatura, a poética, as artes do visível, a ética e a política. Para além de tradutora de Jacques Derrida, de Emmanuel Levinas, de Maurice Blanchot e de Jean-Luc Nancy, é também autora de vários escritos, em revistas e obras colectivas nacionais e internacionais. Membro do Comité Científico de Filosofia do SSHRC - CRSH (Canadá, 2012), Bernardo foi também a Representante de Coimbra-Cidade refúgio (2003-2006) no Réseau International des Villes Refuge afecto ao Parlement International des Écrivains (Strasbourg).

    Isabel Soveral estudou no Conservatório Nacional com os compositores Jorge Peixinho e Joly Braga Santos. Em 1988 ingressou na Universidade Estadual de Nova Iorque em Stony Brook, onde estudou sobre a orientação dos compositores Daria Semegen e Bulent Arel. É professora no Departamento de Comunicação e Arte da Universidade de Aveiro e membro do INET-MD como coordenadora do grupo de Composição Teoria e Tecnologia da Música (CTTM). Desde 2014 que é diretora do CIME (Centro de Investigação em Música Electroacústica da UA), tendo criado a plataforma EAW (Electroacoustic Winds). Desde 2008 que é membro da Conselho Científico do Centro de Investigação em Música Portuguesa (CIMP). Ademais de várias partituras publicadas e obras editadas, a sua música tem sido apresentada em Portugal, Espanha, França, Itália, Alemanha, Hungria, Áustria, Suíça, Suécia, Bulgária, Polónia, Hong Kong, Macau, Argentina, Brasil, Cuba e Estados Unidos.
  • 10 de novembro, sábado, 16h00

    Visita com os Curadores

    Visita com os Curadores
    Paulo Vinhas, Hugo Oliveira, Manuel João Neto, Pedro Junqueira Maia, Pedro Tenreiro, Suzana Ralha

  • 3 de novembro, sábado, 18h00

    Conversa “Da Caos à X. A importância das Rádios Livres” — António da Silva Oliveira, Paulo Vieira de Castro e José Carlos Tinoco

    “Da Caos à X. 

    A importância das Rádios Livres”

    António da Silva Oliveira, Paulo Vieira de Castro, José Carlos Tinoco

     

  • 27 de outubro, sábado, 18h30

    Sessão de Cinema — “Estudos Incomunicantes”, de Álvaro Salazar

    Estreia de Estudos Incomunicantes”, de Álvaro Salazar
    Realização de Bruno Nacarato

    Produção Atelier de Composição

  • 27 de outubro, sábado, 16h00

    Visita com os Curadores

    Visita com os Curadores
    Paulo Vinhas, Hugo Oliveira, Manuel João Neto, Pedro Junqueira Maia, Pedro Tenreiro, Suzana Ralha


  • 26 de outubro, sexta-feira, 18h00

    Conversa “Do anarquismo musical aos GNR” — Inês Meneses com Alexandre Soares, Rui Reininho e Silvestre Pestana

    Fala com Ela

    “Do anarquismo musical aos GNR”

    Inês Meneses conversa com Alexandre Soares, Rui Reininho e Silvestre Pestana

  • 20 de outubro, sábado, 16h00

    Visita Guiada + Sessões

    16h Visita Guiada com Musa paradisiaca

    18h Sessão com Filipa Ramos

    19h Sessão sem António Poppe
    Filipa Ramos é uma escritora e editora residente em Londres, onde é Editora Geral da art-agenda. Lecciona no programa de mestrado em Cinema Experimental da Kingston University e no curso MRes Art:Moving Image da Central Saint Martins, ambos em Londres, e trabalha com o Programa de Mestrado do Institut Kunst, em Basileia. Ramos é co-curadora do Vdrome, um programa de divulgação de filmes criados por artistas visuais e realizadores de cinema. Com atenção prioritária aos temas das relações interespécies, os seus escritos e pesquisa têm vindo a ser publicados em revistas e catálogos internacionais. Ramos publicou Animals (Whitechapel Gallery/MIT Press, 2016) e neste momento prepara uma exposição centrada no tema devir animal – devir outro, com inauguraçao marcada para 2019, no Bildmuseet Umeå, Suécia.

    António Poppe é poeta e artista visual com formação no Ar.Co, no Royal College of Art em Londres, e na School of the Art Institute de Chicago. Colabora com Musa paradisiaca desde 2014, quando Poppe sonorizou o filme O Êxtase e o Éden da autoria da dupla. Em 2017 realizaram em conjunto a exposição Teatro Máximo, na Quetzal Art Center. É autor de Come coral (Douda Correria, 2017), medicin. (Douda Correria, 2015), Livro da Luz (Documenta, 2012) e Torre de Juan Abad (Assírio & Alvim, 2000).
  • 23 de setembro, domingo, 18h00

    Concerto com obras de Filipe Pires, Álvaro Salazar e Rui Penha

    Concerto com obras de: 

    Filipe Pires (1934 - 2015)
    "Figurações III", para dois pianos [10']
    Henrique Mateus (pf), Gonçalo Oliveira (pf)
    Alunos da Academia de Música de Vilar do Paraíso 

    Álvaro Salazar (n. 1938)
    "Ein Plagiaten", para piano [1']
    Elsa Marques Silva (pf)

    Rui Penha (n. 1981)
    "pendulum", para flauta, clarinete, violino, violoncelo, piano, vídeo e electrónica em tempo real [8']
    Gabrielle Silva (fl), João Aires (cl-b), Gaspar Santos (vl), José Tiago Silva (vlc), Rui Penha (pf/dir.)
    Com apresentação da obra pelo compositor.
  • 22 de julho, domingo, 17h

    Visita Guiada com Carla Filipe

    "Esta exposição é uma tentativa de construir algo sólido. Contrariar a liquidez e construir alguma memória do presente. E que crie ecos, que afirme que podemos agir, fazer, mapear, contribuir para o coletivo, nunca perdendo a singularidade, que é essa a maior riqueza. Neste projeto para a Galeria Municipal existem várias pessoas, várias formas de ver e olhar o Porto, ou a noite."
     Excerto de texto de Carla Filipe na publicação "O ontem morreu hoje, o hoje morre amanhã"
  • 21 de julho, sábado, 17h

    Aula Aberta com Miguel von Hafe Pérez

     "Nestas encruzilhadas da memória divago frequentemente por uma época muito particular: os finais de 1970. Tudo revolve num magma indistinto onde proletários e intelectuais protagonizam radicais mudanças de paradigma na receção e difusão da música na cultura popular. Vislumbro aqueles personagens a frequentar as discotecas de Brooklyn replicando modos inacessíveis do Studio 54, concretizando o sonho de libertação com as suas companheiras mais roliças, menos sofisticadas e cocainómanas. São os meus disco-punks. A força não é destrutiva e niilista, é revertida em passos de dança que se aprimoram ao fim de semana. Saturday Night Fever e a música dos Bee Gees é o mais envolvente cenário do velho mito de empoderamento do mecânico americano com a sua ética de trabalho única. Staying Alive é o outro lado do espelho com menos pó branco daquela que será uma das primeiras experiências da música de dança que abre portas para o techno e seus derivados: a versão de oito minutos de I Feel Love de Donna Summer produzida por Giorgio Moroder e Pete Bellotte. A revolução sindicalista coreografada com jogos de anca sincronizados dos da febre de sábado à noite distancia-se, assim, do cinismo hedonista dos que conseguiam entrar naquela porta número 254 na rua 54 em Manhattan. Tudo isto em 1977. No outro extremo o punk rebentava com inusitada violência e rapidez. Como uma bomba de disseminação de estilhaços contraditórios, híper-velozes e de penetração garantida. Mas, intuo mais do que fundamento, manipulada por uma intelectualização proeminente que não consigo deixar de apontar (de forma completamente subjetiva e irracional até, volto a sublinhar) a Malcolm McLaren. Estranho, tudo isto.

    E no entanto… esta intelectualização da música de energia pura e gestos contraditórios no punk e no pós-punk tem, nos seus protagonistas uma série extensa de atores que vieram, precisamente, do meio artístico. Proletários da imagem ou intelectuais da forma?"

    Excerto do texto "Proletários e Intelectuais", escrito por Miguel von Hafe Pérez para a publicação "O ontem morreu hoje, o hoje morre amanhã"
  • 21 de julho, sábado, 18h30

    Aula Aberta com Pedro Rocha

    Natural do Porto e sediado nesta mesma cidade, Pedro Rocha desenvolve atividade na área da curadoria de música e de outras práticas artísticas ligadas ao som desde 1998, e a sua atividade principal tem sido a colaboração com o Museu de Arte Contemporânea de Serralves. Para esta aula aberta, a proposta é de uma experiência que coloca a audição coletiva de uma seleção de músicas em simultâneo (paralelo, concorrência ou simbiose) com uma navegação entre ideias, pensamentos e escritos literários que podem ou não relacionar-se direta ou indiretamente com a música ouvida. Sugere-se a aproximação a um dispositivo, ainda que hesitante e especulativo, que coloque em alternância o "disc jockey" com o "text jockey". Enquanto a música tenderá principalmente para a exploração dos universos do minimalismo, da repetição e do processual, os textos poderão aparecer de vários lugares: teoria e crítica musical ou artística, filosofia, testemunhos, sociologia e literatura. O que poderá despontar dos encontros e desencontros, das alianças e fricções, entre a música e as palavras?
  • 14 de julho, sábado, 15h – 17h

    Workshop de Rui Bourbon: 'Cartazes Despertos'

    Neste workshop para famílias, sugerido para crianças dos 5 aos 12 anos, os participantes desenvolverão cartazes de eventos musicais utilizando a técnica de colagem. Através da apropriação de fontes tipográficas e imagens oriundas de material preexistente – como livros, revistas e cartazes usados –, novos contextos visuais serão criados a partir de jogos de palavras e elementos gráficos.
  • 'Frankenstein, or the 8 bit Prometheus': Low-resolution séance
    13 de julho, sexta-feira, 22h

    Performance de Riccardo Balli

    Através de uma séance de baixa-resolução mediada por links de Game Boy, Riccardo Balli irá evocar nesta sessão o espírito de Giovanni Aldini (1762 – 1834), famoso ressuscitador de defuntos que inspirou a obra ‘Frankenstein: or the Modern Prometheus’. Aldini contará uma versão comprimida da história original de Frankenstein, cruzando a linguagem do livro com elementos de retro-gaming, simplificando a sua narrativa como se de um jogo arcade se tratasse. Aldini era sobrinho de Luigi Galvani, célebre cientista italiano do séc. XVIII, e vivia na Bologna MIDIeval tal como o autor desta performance.
  • 07 de julho, sábado, 22h

    Performance de Lydia Lunch

    DUST AND SHADOWS
    Performance de Lydia Lunch ilustrada por uma evocativa apresentação multimédia que utiliza imagens captadas e remisturadas por Elise Passavant. Ambientes sonoros psicadélicos reforçam a musicalidade dinâmica da poesia lírica e da voz hipnotizante de Lydia Lunch. ‘Dust and Shadows’ combina de forma única texturas, imagens e sons sobrenaturais que lidam com temas como a perda, raiva, vingança e sobrevivência através de imagens assombrosas de inúmeras cidades fantasma espalhadas pelo deserto espanhol.
  • 06 de julho, sexta-feira, 22h

    Programa de filmes de Steina e Woody Vasulka

    Apresentado por Margarida Mendes

    Esta sessão apresenta os filmes Golden Voyage (1973), Solo for 3 (1974), Reminiscence (1974), Soundgated Images (1974), e Noisefields (1974), de Steina e Woody Vasulka, que introduzem a fase seminal de experiências tecnológicas onde o duo explora o espaço ilusório e materialidade do vídeo, através do processamento intercalado de imagens analógicas, da manipulação do sinal eletrónico e do interface sonoro. Paisagens que aludem ao psicadelismo de Magritte, campos de ondas sonoras, oceanos noise e interferências cinescópicas. Os Vasulkas são pioneiros na exploração artística do vídeo, trabalhando em conjunto desde 1960, com um percurso amplo que se estende da República Checa aos Estados Unidos.
  • 09.06.2018 - sáb - 18h00
    entrada livre

    Inauguração da exposição 'Prémio Paulo Cunha e Silva'

    O Prémio de Arte Paulo Cunha e Silva foi criado em 2015 pela Câmara Municipal do Porto como homenagem ao antigo vereador da cultura Paulo Cunha e Silva, direcionando‑se a artistas nacionais e internacionais com menos de 40 anos que não tenham tido mais do que uma exposição individual numa instituição, ou espaço de arte, de relevo a nível internacional. O júri da primeira edição – composto por João Laia, Vicente Todolí, Meg Stuart e Julião Sarmento – analisou os portefólios de 47 artistas selecionados por um conjunto de 16 curadores indicados pelos quatro jurados. A Galeria Municipal apresenta uma exposição com obras dos seis finalistas da primeira edição do Prémio – Christine Sun Kim, Jonathas de Andrade, June Crespo, Mariana Caló e Francisco Queimadela, Naufus Ramírez Figueroa, Olga Balema.
  • Visita-Oficina
    Até 18.05.2018
    terça a sexta: 10.00h-11.30h ou 14.30h-16.00h
    Entrada gratuita com inscrição prévia

    BARCO NEGRO!

     A partir da obra "Barco Negro" será analisado o percurso artístico de João Pedro Vale, escultor que interroga a História, as lendas, a propaganda e as noções de identidade, através do uso de formas culturais e folclóricas. Podemos nós conhecer os limites das nossas ilhas, mergulhar numa atração plástica que vive entre a ficção e a construção do eu e do outro, levantando questões que nos mobilizam?

    Destinatários: Ensino Secundário e Profissional

    Entrada gratuita com inscrição prévia através 22 6081063 ou galeriamunicipal@cm-porto.pt

    © Ricardo Castelo / Fundação EDP
  • Visita-Oficina
    Até 18.05.2018
    terça a sexta: 10.00h-11.30h ou 14.30h-16.00h
    Entrada gratuita com inscrição prévia

    O QUE VAI NA CABEÇA DOS MACACOS?

     Mas afinal o que vai na cabeça dos macacos? A partir da obra ambivalente e irónica "100 macacos sem cabeça", de Francisco Queirós, vamos analisar como esta dialoga com o espaço da exposição, com as outras obras e quais as múltiplas relações que desencadeia.

    Destinatários: EB 1º e 2º ciclo

    Entrada gratuita com inscrição prévia através 22 6081063 ou galeriamunicipal@cm-porto.pt

    © Ricardo Castelo / Fundação EDP

  • Visita-Oficina
    Até 18.05.2018
    terça a sexta: 10.00h-11.30h ou 14.30h-16.00h
    Entrada gratuita com inscrição prévia

    LUZES, SOMBRAS E CORES

    Mas afinal o que vai na cabeça dos macacos? A partir da obra ambivalente e irónica 100 macacos sem cabeça, de Francisco Queirós, vamos analisar como esta dialoga com o espaço da exposição, com as outras obras e quais as múltiplas relações que desencadeia.

    Destinatários: EB 1º e 2º ciclo

    Entrada gratuita com inscrição prévia através 22 6081063 ou galeriamunicipal@cm-porto.pt 

    © Ricardo Castelo / Fundação EDP
  • Visita-Oficina
    13 maio, domingo, 15h00-17h00
    Entrada livre

    FAMÍLIAS EM AÇÃO NA EXPOSIÇÃO

    Um jogo de descoberta com base numa seleção de imagens das obras da coleção Pedro Cabrita Reis com propostas variadas de atividades de desenho, pintura e colagem que suscitam cumplicidade em contexto familiar na aproximação à arte contemporânea. 

    Destinatários: Famílias 

    © Ricardo Castelo / Fundação EDP
  • 28 abril, sábado, 21h30
    Capela de Carlos Alberto

    PERFORMANCE: António Olaio & João Taborda

    Passados 22 anos do primeiro concerto, António Olaio & João Taborda, em canções como "20 years in a plane", "Foggy days in old Manhattan", “Blaupunkt Blues”, “Red rainbows”, ou “La Prospettiva”, percorrem temas dos seus primeiros álbuns e apresentam temas inéditos. Entre o universo da música e o das artes plásticas, tudo é simultaneamente estranho e familiar.

    Entrada livre
  • 27 abril, sexta-feira, 17h00

    AULA ABERTA com Vasco Araújo

     Destinatários: Escolas de arte, universidades e público em geral

    Entrada gratuita com inscrição prévia através 226081063 ou galeriamunicipal@cm-porto.pt

    © Ricardo Castelo / Fundação EDP
  • Visita-Oficina
    15 abril, domingo, 15h00-17h00
    Entrada livre

    FAMÍLIAS EM AÇÃO NA EXPOSIÇÃO

    Um jogo de descoberta com base numa seleção de imagens das obras da coleção Pedro Cabrita Reis com propostas variadas de atividades de desenho, pintura e colagem que suscitam cumplicidade em contexto familiar na aproximação à arte contemporânea.

    Destinatários: Famílias

    © Ricardo Castelo / Fundação EDP

  • 6 abril, sexta-feira, 17h00

    AULA ABERTA com João Pedro Vale e Nuno Alexandre Ferreira

    Destinatários: Escolas de arte, universidades e público em geral

    Entrada gratuita com inscrição prévia através 226081063 ou galeriamunicipal@cm-porto.pt

    © Ricardo Castelo / Fundação EDP

  • Visita-Oficina
    25 março, domingo, 15h00-17h00
    Entrada livre

    FAMÍLIAS EM AÇÃO NA EXPOSIÇÃO

    Um jogo de descoberta com base numa seleção de imagens das obras da coleção Pedro Cabrita Reis com propostas variadas de atividades de desenho, pintura e colagem que suscitam cumplicidade em contexto familiar na aproximação à arte contemporânea.

    Destinatários: Famílias

    © Ricardo Castelo / Fundação EDP

  • 17.03.2018 - sáb - 17.00h
    Foyer do Auditório da Biblioteca Municipal Almeida Garrett
    Entrada livre

    Lançamento do Catálogo da Exposição

    No próximo sábado será realizado o lançamento do catálogo da exposição “Quatro Elementos”, com a presença dos curadores Ana Luísa Amaral, Eduarda Neves, Pedro Faro e Nuno Faria. A exposição, que decorreu na Galeria Municipal do Porto de 1 de setembro a 12 de novembro de 2017, foi estruturada a partir da ideia cosmogónica dos Elementos Naturais, que inspirou pensadores de várias eras e continua a influenciar a prática artística nos seus diversos territórios, nomeadamente no das artes visuais.

    O catálogo integra documentação relativa aos quatro projetos curatoriais que formaram a exposição e inclui um conjunto de ensaios que permite uma leitura alargada sobre assuntos indagados pelas obras dos artistas que os quatro curadores decidiram apresentar.
  • 16.03.2018 - sex - 21.30h
    entrada livre

    Inauguração da Exposição "Germinal - O núcleo Cabrita Reis na Coleção de Arte Fundação EDP"

    INAUGURAÇÃO:

    Na sequência da aquisição da Coleção Cabrita Reis pela Fundação EDP em 2015, a Galeria Municipal do Porto, em colaboração com o Museu de Arte Arquitetura e Tecnologia (MAAT), apresenta agora a maior exposição alguma vez realizada a partir deste espólio. Germinal debruçar‑se‑á sobre um vasto e significativo conjunto de obras, adquiridas pelo artista ao longo dos últimos quase trinta anos, com especial incidência sobre os momentos iniciais ou originários das carreiras de artistas nacionais cujos percursos têm vindo a afirmar‑se ao longo do tempo. Com uma ampla e sólida representação da chamada ‘geração de 90’ e, também, com a presença de artistas de gerações anteriores e posteriores, pretende‑se trazer a público um conjunto de obras marcantes, revelando o olhar de um colecionador atento e amplamente vinculado ao apoio a artistas e às práticas experimentais, sinónimo de cosmopolitismo, vanguarda e compromisso com o futuro.
  • Visita-Oficina
    18.02.2018 - dom - 15.00h - 17h00
    entrada livre

    FAMÍLIAS EM AÇÃO NA EXPOSIÇÃO

    Criação de um mapa de ideias em família com registo das linguagens das obras expostas e ligações a sons, movimentos e imagens sobre a exposição 10000 anos depois entre Vénus e Marte.

    Conceção:
    Graça Lacerda

    Destinatários:
    Famílias

  • 17.02.2018 - sáb - 17.00h
    entrada livre

    A ARTE DE COLECIONAR - Conversa com António Cachola, Pedro Álvares Ribeiro e Paulo Pimenta

    Entre a finitude e a acumulação, a memória e a utilidade, a prática do colecionismo desenvolve-se em torno da possibilidade de uma relação entre o presente e o futuro.
    Num encontro a três vozes incontornáveis do colecionismo em Portugal desvelamos o gosto e a reflexão fundamentais ao ato de colecionar.

  • Visita-Oficina
    Até 16.02.2018 - terça a sexta - 10.00h-11.30h ou 14.30h-16.00h
    Entrada gratuita com inscrição prévia

    COLECIONADORES DE AZUL

    Sabias que alguns artistas fazem do azul uma narrativa de emoções e sensações? Vamos colecionar todas as ideias sobre a cor azul e os seus significados. Vamos pensar no azul da galeria e conhecer as obras da coleção. Serão elas azuis? Será o nosso corpo azul?
    Conceção:
    Rita Roque

    Destinatários:
    EB 1º ao 3º ciclo

    Inscrições:
    22 6081063 / galeriamunicipal@cm-porto.pt
  • Visita-Oficina
    Até 16.02.2018 - terça a sexta - 10.00h-11.30h ou 14.30h-16.00h
    Entrada gratuita com inscrição prévia

    AMOR EM VÉNUS, GUERRA EM MARTE

    Como surge o gesto amoroso? O que é que dá impulso à guerra? Podemos através da colagem e do desenho imaginar esses dois mundos? O que são 10 000 anos depois entre Vénus e Marte? Nesta oficina vamos valorizar o título da exposição e elaborar um tabuleiro de jogo onde os participantes vão construir esses dois mundos.

    Conceção:
    Rita Roque

    Destinatários:
    Ensino Secundário Profissional

    Inscrições: 
    22 6081063 / galeriamunicipal@cm-porto.pt

  • Visita-Oficina
    Até 16.02.2018 - terça a sexta - 10.00h-11.30h ou 14.30h-16.00h
    Entrada gratuita com inscrição prévia

    SONAR - Há Sons no Ar?

    Qual é a viagem do som na galeria? Quais são as formas que conseguimos encontrar? Vamos viajar com sons e criar um imaginário de formas, feitas de plasticina. Vamos instalar estas pequenas esculturas de silêncio que guardam os ritmos capturados pelo nosso olhar e pelo nosso ouvido.
    Conceção:
    Rita Roque

    Destinatários:
    Pré-escolar

    Inscrições:
    22 6081063 / galeriamunicipal@cm-porto.pt
     

  • teste

     
  • 5 – 8 de dezembro de 2019

    Love and Garbage

    Love and Garbage propõe pensar e discutir coletivamente como o trabalho em cooperação oferece uma alternativa aos processos da arquitetura contemporânea — que são tipicamente sistematizados, formais e estritamente hierárquicos, formando estruturas propícias ao surgimento de divisão social e controlo. O coletivo multidisciplinar Assemble convida os participantes a trabalhar em conjunto, proporcionando uma possibilidade real de solidariedade recíproca e compromisso com o conhecimento e a experiência de outros. Deste modo, o curso cria um espaço de discussão e de partilha de ideias, preocupações e inquietudes que nos últimos dez anos têm atravessado a prática artística do coletivo nos campos da arquitetura, arte e design.
    Programa completo aqui

    Tutores:
    Assemble

    Com:
    Madelon Vriesendorp
    Jasmine Pajdak
    Thomas Thwaites
    Andrés Saenz de Sicilia
    Richard Wentworth
    Rainer Hehl
    Jerszy Seymour

    Instituto / Passos Manuel / Galeria Municipal do Porto
  • 14 de novembro, sábado, 16h00

    PRÉMIO PAULO CUNHA E SILVA – 2.ª EDIÇÃO: Conversa com Margarida Mendes e artista vencedor

    No dia 24 de outubro, sábado, a Galeria Municipal do Porto dinamiza uma conversa com Margarida Mendes, membro do júri da 2.ª edição do Prémio Paulo Cunha e Silva, e com o/a artista vencedor/a.
    Atividade integrada na exposição Prémio Paulo Cunha e Silva – 2.ª edição

    Entrada livre 
    Auditório da Biblioteca Almeida Garrett

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