Estar vivo é o contrário de estar morto
05.10 — 17.11.2019
Curadoria
Guilherme Blanc e Luísa Saraiva
Local
GMP — Piso 1
Entrada
Gratuita
Estar vivo é o contrário de estar morto encena um espaço que propõe refletir sobre a urgência de questionarmos modos de ação que constrangem a natureza e o valor – económico e cultural – que atribuímos a múltiplos equilíbrios terrestres.
A partir de um conjunto de obras pictóricas, fílmicas e performativas, a exposição pretende explorar, e caricaturar, formas de expressão que quebram a dicotomia do humano/não-humano, processos de reinterpretação de subjetividades, e situações que problematizam o direito à existência.
Entre o absurdo e o comum, o verosímil e o inverosímil, coloca-se em perspetiva a necessidade de se reavaliar a condição vulnerável e precária dos habitantes do planeta no contexto de práticas sociais e económicas contemporâneas – sem ignorar as artísticas e a forma como estas podem ser paradoxalmente coniventes com modelos de consumo que impossibilitam um sentido de bem-estar natural.
Artistas: Sophia Al-Maria, Cao Fei, Julia Gruner, HARTMANNMUELLER, Eva Meyer-Keller, Renato Leotta, Pedro Magalhães, Rita Nátálio & João dos Santos Martins, Mumtazz, Calixto Neto, Damián Ortega, Musa paradisiaca, Gabriel Rico, Gabriel Sierra, Karlheinz Stockhausen, Bergado/Terebentina e Pedro Tudela.
Fotografia: Dinis Santos