Brevemente
Futuras

18.09 – 21.11.2021

OS NOVOS BABILÓNIOS
Atravessar a Fronteira
PEDRO G. ROMERO

O conceito ‘Novos babilónios’ foi desenvolvido por Guy Debord, Constant Nieuwenhuys, Har Oudejans e Pinot Gallizio a partir do projeto da Internacional Situacionista New Babylon, de Constant Nieuwenhuys, e está relacionado com algumas das ideias fundamentais que informaram o movimento como a psicogeografia, a deriva ou o urbanismo unitário. É a partir destes conceitos que o artista e curador Pedro G. Romero propõe, para a Galeria Municipal do Porto, um exercício de questionamento da nossa perceção sobre grupos nómadas, etnias ciganas, flamencos, exilados políticos e libertários.
A exposição constitui uma análise ao campo sensível destas formas de vida com um foco particular nos seus deslocamentos pela fronteira física e política de Espanha e Portugal, incluindo ainda algumas ressonâncias da sua relação com os territórios atlânticos de América e África. A cidade do Porto atua como geografia de partida para uma indagação dos rumos, fluxos e derivas destes ‘novos babilónios’ a partir do contexto português e seus territórios transfronteiriços.
Um projeto de:
Pedro G. Romero


Domingo, 19 de setembro, às 16h
Fado ou Flamenco - Conversa com Pedro G. Romero. 
Moderação de Armando Sousa (Fonoteca Municipal do Porto)
 
Domingo, 21 de novembro, 16h
The Disappearing Act - Performance de Yinka Esi Graves

18.09 – 21.11.2021

PANDEMIC
I Don’t Know Karate, but I Know Ka-Razor!
FILIPE MARQUES

PANDEMIC – I Don’t Know Karate But I know Ka-razor conduz-nos a um estado “grau zero” para confrontar questões como a fragilidade e a finitude dos corpos, o binómio doença-sanidade e as lutas enraizadas no mundo e na natureza. Esta exposição, que surge de um convite feito pela Galeria Municipal do Porto ao artista ainda em 2019, para questionar conceitos víricos que atravessam a sua obra, ganha hoje relevância no contexto da atual crise pandémica global.
O projeto expositivo reflete a complexidade poética e apocalíptica que marca a linguagem de Filipe Marques, através da qual os espectadores são conduzidos a uma possível constatação da impotência da condição humana, no controlo de contaminações invisíveis e no equilíbrio de forças e resistências.
A partir de conceitos da filosofia moderna e textos de autores da Antiguidade Clássica, somos desafiados a compreender as constantes contradições da humanidade. Através de estímulos, signos e metáforas sobre o fracasso e a autodestruição, aos quais o artista na sua fragilidade não quer escapar, surge o convite para participar num exercício especulativo que se desdobra numa reflexão contemporânea que se faz urgente, coletiva e política.
Curadoria:
Isabeli Santiago
Juan Luis Toboso


09 Out, 16h00-18h00
Auditório da Biblioteca Municipal Almeida Garrett
 
16 Out, 16h00
Galeria Municipal do Porto
Exposições Futuras

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