A Prisão como Escola Revolucionária
Colectivos Pláka
24.11 — 27.11.2026
Seminários com
Basel Abbas, Ruanne Abou-Rahme, Adam HajYahia e Ruth Wilson Gilmore
Organizado por
Bilna'es
Locais
Galeria Municipal do Porto, Fonoteca Municipal do Porto, O Lugar da Palmilha Dentrada
Idioma
Inglês
Valor
25€
Descontos (50%)
Portadores do Cartão Porto.; Maiores de 65 anos; Estudantes; Profissionais das artes e da cultura; Pessoas em situação de desemprego; Profissionais da Câmara Municipal do Porto e empresas municipais do Porto
Inscrições
Até 9 de novembro, por e-mail para plaka@agoraporto. pt, com as seguintes informações: nome, contacto e um breve texto motivacional (entre 150 e 250 palavras) que explique por que razão gostaria de participar. A participação está limitada a 14 pessoas. A seleção dos participantes será feita pelos formadores do curso.
A Prisão como Escola Revolucionária explora as lutas pela terra e a forma como estas são moldadas pela produção de cercamentos e sistemas carcerários, bem como a forma como são travadas contra esses mesmos sistemas. Será dada especial atenção às lutas prisionais, tal como emergem da literatura, da escrita prisional, da música e da arte dos reclusos. A escola questiona: quais são as relações entre o encarceramento e o colonialismo e entre a produção de corpos, de um lado, e a produção de propriedade, de território e de cercamento, de outro?
Com a Palestina como exemplo de geografia carcerária incompleta, e alargando a investigação às histórias de motins prisionais nos Estados Unidos e noutros contextos coloniais, a escola examina as ligações entre o colonialismo, o encarceramento, o capitalismo e a racialidade.
A Prisão como Escola Revolucionária analisa as formações materiais, metafísicas e institucionais através das quais estas forças operam, bem como as formas de insurgência e socialidade militante através das quais são contestadas, perturbadas e rejeitadas.
A escola está aberta a artistas, académicos, estudantes, escritores e ativistas de todas as idades e aborda estas questões numa perspetiva a-disciplinar, incorporando textos poéticos e académicos, manifestos, som, cinema e outras formas estéticas.
As sessões de estudo exigirão leitura prévia antes do início de cada uma e leitura coletiva durante as mesmas.
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