Destaques
O Criatório é um concurso anual de apoio à criação e programação artísticas no Porto, compreendendo as seguintes áreas: artes visuais, artes performativas, música e som, literatura e pensamento crítico.
Este programa de financiamento tem como principais objetivos contribuir para a consolidação da atividade de artistas e agentes culturais provenientes de múltiplas disciplinas artísticas, e que no Porto podem encontrar um contexto propício ao desenvolvimento da sua prática profissional.
Em 2026, o Criatório apoia 17 projetos de criação e investigação artística com bolsas de 15 mil euros e 12 espaços de programação com bolsas de 20 mil euros.
As candidaturas decorrem de 2 a 23 de março. Toda a informação sobre o processo de candidatura deve ser consultada no Regulamento de Concurso.
Júri — Projetos de Criação e Investigação
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Agar M. Ledo Arias é historiadora de arte e curadora. Atualmente, trabalha na Bienal Internacional de Arte de Pontevedra, onde foi curadora associada da 32ª edição (2025). Entre 2019 e 2022, foi curadora e consultora de aquisições no Departamento de Coleções do Museu Reina Sofía (Madrid), fazendo parte da equipa curatorial da exposição Vasos comunicantes. Colección 1881–2021. De 2006 a 2018, foi diretora de exposições do MARCO, Museo de Arte Contemporánea de Vigo. É mestre em Museologia pela Universidad de Alcalá e mestre em Arte e Política pela Goldsmiths, University of London. Realizou residências de investigação no Fred Jones Jr. Museum of Art, no Le Consortium, no Musée d’Art Contemporain de Lyon e na Independent Curators International. No início da sua carreira, trabalhou no Centro Galego de Arte Contemporánea (1998-2004) e colaborou com a Bienal Internacional de Arte Contemporânea de Sevilha (2004) e a Fundación Luis Seoane (2005). Atualmente, integra o Conselho Consultivo do Centro Galego de Arte Contemporánea e é membro do Conselho Executivo do ICOM España.
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Luís Sousa Ferreira é, atualmente, adjunto da Direção Artística do Teatro Nacional D Maria II, com especial foco no projeto Odisseia Nacional. Acumula, com a atividade profissional, a atividade de docente na ESAD das Caldas da Rainha, no curso de Programação e Produção Cultural e a direção artística do projeto Aldear, abrangendo os 11 municípios da região do Douro, Tâmega e Sousa. Em 2022, criou a empresa Riscado, dedicada à consultoria, programação e criação de projetos de coesão territorial e participação cultural. Entre 2016 e 2022, foi fundador e diretor do 23 Milhas, projeto cultural que agrega os quatro espaços do município de Ílhavo, e entre 2019 e 2020, foi consultor artístico da candidatura Braga’27. Foi fundador e Diretor do festival BONS SONS, entre 2006 e 2019, e comissário do Caminhos do Médio Tejo, programa cultural em rede integrando 13 municípios, entre 2016 e 2018.Diplomado em Design Industrial pela ESAD.CR, assumiu a coordenação de produção e desenvolvimento da experimentadesign entre 2013 e 2015, onde exercia as funções de produtor e designer desde 2009.Anteriormente, entre 2006 e 2009, trabalhou no Centro de Estudos de Novas Tendências Artísticas (CENTA) como produtor cultural, foi dirigente associativo na associação cultural SCOCS, entre 1998 e 2016, e foi cofundador do colectivo‐mente. É cronista regular na revista Gerador e na Comunidade Cultura e Arte.
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Valentín Roma é historiador de arte e escritor. Doutor em Filosofia pela Southampton University, foi conservador-chefe do MACBA e, desde 2016, dirige o La Virreina Centre de la Imatge de Barcelona, onde comissariou exposições sobre autores como Alexander Kluge, Paula Rego, Susan Sontag, Barbara Hammer e Exit Photography Group, entre outros. Responsável pelo primeiro pavilhão da Catalunha na 53ª Bienal de Veneza em 2009, desenvolveu projetos curatoriais para instituições nacionais e internacionais como a Kunstverein de Stuttgart, Matucana 100 de Santiago do Chile, o Centro Cultural da Espanha na Argentina, o Museu da Universidade de Navarra, o Museu ICO de Madrid e a Fundação Mapfre. É autor da trilogia de romances intitulada El enfermero de Lenin (2017), Retrato del futbolista adolescente (2019) e El capitalista simbólico (2022), todos publicados pela editora Periférica. É também autor dos ensaios Rostros (2011, Periférica) e Diecinueve apagones y un destello (2020, Arcadia). Juntamente com Paul B. Preciado, Hans D. Christ e Iris Dressler, foi premiado pela International Association of Art Critics – AICA Deustchland como a melhor exposição de 2015 pela curadoria de “Die Bestie und_isSouverän”.
Júri — Espaços de Programação
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José Pina é Mestre em Cidades e Culturas Urbanas, com um percurso profissional associado à programação e gestão cultural em diferentes equipamentos e projetos artísticos, como o Cineteatro António Lamoso; Centro Cultural de Ílhavo; Teatro Aveirense; Festival Imaginarius – Festival Internacional de Teatro de Rua; Festival Rádio Faneca; Festival dos Canais; Prisma / Art Light Tech; Criatech – Criatividade Digital e Tecnologia. Foi Coordenador de Aveiro 2027 – Cidade Candidata a Capital Europeia da Cultura e Diretor/ Programador de Aveiro 2024 – Capital Portuguesa da Cultura. Vice-Presidente da Associação Profissional de Programadores Culturais.
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Júlia Rebouças é curadora, pesquisadora e gestora de museus. Tem trabalhado em museus e projetos culturais, com foco em governança, gestão e conteúdo programático. Desde 2023, é diretora artística do Instituto Inhotim (Brasil), onde trabalhou como curadora de 2007 a 2015. De 2021 a 2023, foi diretora artística da Oficina Francisco Brennand, Recife, Brasil. Em 2022, realizou a mostra Um século de agora, no Itaú Cultural, em cocuradoria com Naine Terena e Luciara Ribeiro. Foi consultora curatorial da 59ª Biennale di Venezia, The milk of dreams, com curadoria de Cecilia Alemani, que aconteceu em 2022. Foi curadora do 36º Panorama da Arte Brasileira: Sertão, no Museu de Arte Moderna de São Paulo, em 2019. No mesmo ano, assinou a direção artística e a cocuradoria, com Diego Matos, da exposição Entrevendo, antologia poética e histórica da obra de Cildo Meireles, no Sesc Pompeia, São Paulo. Foi cocuradora da 32ª Bienal de São Paulo, Incerteza Viva (2016). Foi curadora adjunta da 9ª Bienal do Mercosul, em Porto Alegre, em 2013. Realizou diversos projetos curatoriais independentes. Tem vasta experiência editorial, tendo organizado e editado livros, além de sua contribuição como autora de distintos títulos.
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Manuel Borja-Villel é historiador de arte, formado pelas universidades de Valência, Yale e Nova Iorque. Desde o início dos anos 1990, dirigiu sucessivamente a Fundació Tàpies (1989-1998) e o MACBA (1998-2007) em Barcelona, bem como o Museu Reina Sofía (2008-2023) em Madrid, tornando-se um dos diretores de museus mais reconhecidos internacionalmente. Em 2023, recebeu o Prémio Bard College de Excelência Curatorial. É autor de *Magnetic Fields*. Escritos de arte y política (2020) e, com Marcelo Expósito, Conversaciones con Manuel Borja-Villel (2015).
O Criatório é um concurso anual de apoio à criação e programação artísticas no Porto, compreendendo as seguintes áreas: artes visuais, artes performativas, música e som, literatura e pensamento crítico.
Este programa de financiamento tem como principais objetivos contribuir para a consolidação da atividade de artistas e agentes culturais provenientes de múltiplas disciplinas artísticas, e que no Porto podem encontrar um contexto propício ao desenvolvimento da sua prática profissional.