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Sábado, 29 de março a partir das 18 horas
Inauguração: Escarlate Profundo, Rubi Gritante | The Freestanding Joys
Pauline Curnier Jardin (1980, Marselha, França) cria universos fantásticos, que desmontam as formas de entendimento dominantes e nos convidam a imaginar novas possibilidades.Recorrendo à instalação, à performance, ao filme e ao desenho, a prática artística de Pauline Curnier Jardin propõe experiências imersivas e corporificadas que alimentam histórias míticas e não-ortodoxas, dissolvendo as diferenças entre espectador e participante ou realidade e delírio.Entrada gratuita -
Sábado, 29 de março a partir das 18 horas
Inauguração: Profundidade de Campo
Mónica de Miranda (1976, Porto, Portugal), é uma artista portuguesa de origem angolana a viver entre Lisboa e Luanda. Cineasta, artista e investigadora, trabalha de forma interdisciplinar com desenho, instalação, fotografia, filme, vídeo e som nas suas formas expandidas e nas fronteiras entre ficção e documentário. Foi representante de Portugal na 60.ª Bienal de Veneza, em 2024.Local: GMP, Piso 1
Entrada gratuita -
Sábado, 29 de março a partir das 18 horas
Inauguração: Forma Primeira
Francisco Pedro Oliveira (1997, Santa Maria da Feira, Portugal) é artista multidisciplinar, licenciado em Artes Plásticas na FBAUP e pós-graduado em Multimédia, na área de Design de Som e Música Interativa na FEUP e mestrando em New Media Art na Universidade Católica Portuguesa. Nasceu em Santa Maria da Feira e está sediado no Porto, onde vive e trabalha.Entrada gratuita -
Domingo, 30 de março às 11 horas
Profundidade de Campo: Visita guiada à exposição com Mónica de Miranda
No dia seguinte à inauguração de "Profundidade de Campo", Mónica de Miranda fará uma visita guiada à sua exposição. Esta é um oportunidade para conhecer mais a fundo - e na primeira pessoa, alguns das ideias por detrás deste projeto, com curadoria de João Laia e Nuno Crespo.Local: GMP, Piso 1
Participação gratuita. -
Sábado, 5 de abril, às 17 horas
Profundidade de Campo: Contra Ponto, por Tristany Mundu
A performance de Tristany Mundu propõe a construção de um caminho simbólico e imaginário, percorrido por dois performers num veículo igualmente imaginário.O trajeto que é feito contrapõe a fisicalidade dos corpos no espaço, com a presença e significados singulares das obras de Mónica de Miranda, convidando à reflexão sobre natureza e humano e as diferentes dimensões desta relação.
Integrado no programa de ativações da obra "Intervalo Temporal".Local: GMP, Piso 1
Participação gratuita.
Classificação etária a atribuir.
Tristany Mundu é um artista transdisciplinar nascido em 1995, na Linha de Sintra, Lisboa, com origens angolanas e portuguesas. É músico, performer, artista visual, produtor, diretor criativo e curador. Seu primeiro álbum, Meia Riba Kalxa (2020), inspirou séries visuais como Baxu ku Riba e Au vivu. Estreou-se como artista visual com Interferências no MAAT, e curou a exposição Meia Riba Kalxa na boka mundu no Festival Iminente. Cofundador do coletivo Unidigrazz, apresentou projetos na Europa e atua em diferentes espaços culturais. Atualmente, desenvolve a trilogia Cidade à volta da Cidade (2025), apresentada no CAM/Fundação Gulbenkian. -
Sábado, 5 de abril, às 15 horas
Forma Primeira: Visita guiada à exposição + atelier do artista com Francisco Pedro Oliveira & Isabeli Santiago
No primeiro sábado de abril, a Galeria Municipal do Porto promove uma visita na primeira pessoa à exposição “Forma Primeira”, com o artista Francisco Pedro Oliveira e a curadora Isabeli Santiago.Nesta sessão, que pretende aprofundar o conhecimento em torno deste projeto mas também da sua prática artística, o artista convida ainda o público a acompanhá-lo numa visita ao seu atelier.Lotação limitada.Para participar na visita deve levantar o bilhete gratuito (máximo 2 por pessoa) até 15 minutos antes do início do evento. Pode reservar o seu lugar antecipadamente através do email galeriamunicipal@agoraporto.pt.O percurso é feito a pé e tem a duração aproximada de 10 minutos. -
Sábado 12 de abril, às 17 horas
Profundidade de Campo: Migro, logo existo - Interstícios Do Não-ser, por Marinho Pina
Em “Migro, logo existo: Interstícios do Não-Ser”, Marinho Pina questiona a luta por propriedades privadas - físicas, culturais, ideológicas e/ou identitárias -, que nos fazem esquecer de olhar pelos "Interstícios do Não-Ser", o lugar-nenhum onde residem universos de possibilidades e oportunidades para romper barreiras, sejam elas visíveis ou invisíveis, e reinventar o que significa ser humano.
“Migro, logo existo: Interstícios do Não-Ser” faz parte do programa de ativações da instalação "Intervalo Temporal", patente na exposição “Profundidade de Campo”, de Mónica de Miranda.Local: GMP, Piso 1
Participação gratuita.
Classificação etária a atribuir. -
Sábado, 12 de abril, às 11 horas
Forma Primeira: Escuta Ativa com João Sarmento (Fonoteca Municipal do Porto)
Todos os meses a Fonoteca Municipal do Porto convida uma personalidade da vida cultural nacional para selecionar um disco da coleção e, numa escuta conjunta, partilhar experiências e histórias musicais. A sessão de abril desta Escuta Ativa, integrada no programa público da exposição “Forma Primeira” de Francisco Pedro Oliveira, na Galeria Municipal do Porto, tem como convidado João Sarmento.Local: Fonoteca Municipal do Porto (R. de Pinto Bessa 122 Armazém 12, 4300-427 Porto)
Participação gratuita, com lotação limitada ao espaço.
Jesuíta desde 2008, João Sarmento foi ordenado padre em 2020. Licenciado em Escultura pela Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto e em Filosofia pela Universidade Católica Portuguesa, cursou Teologia na Pontifícia Universidade Gregoriana, em Roma, na Universidade de Comillas em Madrid e na Universidade Católica Portuguesa. Foi professor convidado na ArCo - Centro de Arte e Comunicação Visual, e é atualmente diretor-artístico da Brotéria - Centro cultural dos jesuítas portugueses no Bairro Alto, onde as culturas urbanas contemporâneas e a fé cristã se cruzam. -
Sábado, 3 de maio, às 15 horas
Visitas guiadas às exposições
Neste sábado, será feita uma visita guiada às exposições patentes na Galeria Municipal do Porto:
Escarlate Profundo, Rubi Gritante - The Freestanding Joys, de Pauline Curnier Jardin
Profundidade de Campo, de Mónica de Miranda
Forma Primeira, de Francisco Pedro OliveiraParticipação gratuita. -
Quinta-feira, 8 de maio, às 19 horas
Conversas de Galeria: Andreas Angelidakis
No mês em que se celebram os museus de todo o mundo, a Galeria Municipal do Porto inaugura, no dia 10 de maio, Ruínas de Praia - uma instalação desenhada por Andreas Angelidakis para o terreiro nos Jardins do Palácio de Cristal.Sediado em Atenas, Angelidakis refere-se a si mesmo como “um arquiteto que não constrói”, onde todos os seus projetos partem da ideia de ruínas arquitetónicas que ainda resistem nas cidades contemporâneas.Ruínas de Praia é o ponto de partida para mais uma Conversas de Galeria, onde o artista-arquiteto partilhará projetos que tem vindo a realizar e que têm em comum a reflexão sobre conceitos de monumentalidade, história e as possíbilidades de relação com quem habita os espaços coletivos.Local: GMP
Participação gratuita. -
Sábado, 10 de Maio, às 17 horas
Forma Primeira: Performance-Concerto por Amuleto Apotropaico
Projeto musical de Francisco Pedro Oliveira (guitarra e eletrónica) e António Feiteira (percussão), Amuleto Apotropaico desenvolve-se em torno de rituais oraculares que se fazem conduzir pelas rotas ininteligíveis da vertigem e do delírio, concêntricas apenas numa deliberada espiritualidade. Através da reinterpretação de motivos folclóricos, o duo foca-se na ideia da memória coletiva.Local: Capela Carlos Alberto, Jardins do Palácio de Cristal
Participação gratuita, com lotação limitada ao espaço.
Classificação etária a atribuir.
Fotografia: Francisco Fidalgo -
Sábado, 17 de maio, às 17 horas
Profundidade de Campo: Conversa com a artista Mónica de Miranda
No âmbito do programa público de “Profundidade de Campo”, a Galeria Municipal do Porto organiza uma conversa com Mónica de Miranda.Cineasta, investigadora e e artista portuguesa de origem angolana, a viver entre Lisboa e Luanda, Mónica de Miranda trabalha de forma interdisciplinar com desenho, instalação, fotografia, filme, vídeo e som nas suas formas expandidas e nas fronteiras entre ficção e documentário. Foi representante de Portugal na 60.ª Bienal de Veneza, em 2024.Local: GMP
Participação gratuita. -
Sábado 17 de maio, às 16 horas
Profundidade de Campo: Pouca Terra, por Isabél Zuaa e Mauro Hermínio
Integrado no programa de ativações da obra "Intervalo Temporal".Local: GMP, Piso 1
Participação gratuita.
Classificação etária a atribuir. -
Sábado 24 de maio, às 17 horas
Profundidade de Campo: Opéra Ultra, por Henrique J. Paris
Integrado no programa de ativações da obra "Intervalo Temporal".Local: GMP, Piso 1
Participação gratuita.
Classificação etária a atribuir. -
Sábado, 7 de junho, às 14:30 e 17 horas
Profundidade de Campo: Reverberações de um corpo-tela, por Wura Moraes
Integrado no programa de ativações da obra "Intervalo Temporal".Local: GMP, Piso 1
Participação gratuita. -
Sábado, 7 de junho, às 15 horas
Visitas guiadas às exposições
Neste sábado, será feita uma visita guiada às exposições patentes na Galeria Municipal do Porto:
Escarlate Profundo, Rubi Gritante - The Freestanding Joys, de Pauline Curnier Jardin
Profundidade de Campo, de Mónica de Miranda
Forma Primeira, de Francisco Pedro OliveiraParticipação gratuita. -
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