A Galeria Municipal do Porto apresenta um programa regular de exposições e eventos dedicados à arte contemporânea, desenvolvendo projetos também nos domínios do design e da arquitetura. Com a missão de apresentar exposições que promovam uma reflexão sobre as tendências artísticas e discursivas contemporâneas, a Galeria Municipal do Porto promove debate, investigação e disseminação de ideias em torno das artes.
Desde que reiniciou a sua atividade em 2014, a Galeria Municipal do Porto tem colaborado com parceiros nacionais e internacionais na programação e comissariado de exposições, performances e debates, estimulando envolvimento a longo prazo através do seu projeto educativo e editorial.
A Galeria Municipal do Porto é um espaço com entrada livre.
Entrada livre

Horário

Terça – Domingo
10h00‑18h00

Encerrada à segunda‑feira

Contactos
Rua D. Manuel II
(Jardins do Palácio de Cristal)
4050-346 Porto

+351 226 081 063
galeriamunicipal@agoraporto.pt
instagram.com/galeriamunicipaldoporto
fb.me/galeriamunicipaldoporto

Presidente
Rui Moreira

Diretor Artístico
Guilherme Blanc

Diretora Executiva
Sílvia Fernandes

Curador Sénior
Juan Luis Toboso

Programadora do Projeto Educativo
Matilde Seabra

Assistente de Curadoria
Isabeli Santiago

Coordenadora de Produção
Patrícia Vaz

Coordenador Técnico
Paulo Coelho

Coordenadora de Comunicação
Lídia Queirós

Assessor de Comunicação
Tiago Dias dos Santos
 
Montagem e apoio à produção
Armando Amorim
Carlos Lopes
David Teixeira


ÁGORA - CULTURA E DESPORTO, E.M.
Presidente do Conselho de Administração
Catarina Araújo

Administradores Executivos
Ana Cláudia Almeida
César Navio

Diretora Geral da Unidade Orgânica da Cultura
Francisca Carneiro Fernandes

Diretor de Comunicação e Imagem
Jorge Rodrigues
  • organização:

  • Porto.
ESCOLAS E GRUPOS
A Galeria Municipal do Porto oferece à comunidade escolar de todas as idades e grupos formativos visitas guiadas às exposições, percursos, workshops e participação em ações dos Programas Públicos.

PING!
Programa de Incursão à Galeria
Ping é um som, irregular ou compassado, que antecipa uma repetição ou então uma resposta e coloca quem o ouve à espera, à escuta. Não havendo retorno, será que o repetimos na expectativa de uma resposta? Na linguagem computorizada o ping mede a velocidade pelo tempo entre o envio e a receção de informação numa rede. Entre dois corpos o ping responde ao pong para que o jogo continue.
PING! parte de uma ideia de “vai e vem” discursivo. Dirigido a jovens adultos a frequentar o ensino secundário ou superior, cuja voz queremos que tenha impacto na Galeria Municipal do Porto, este projeto educativo tem como objetivos principais encorajar o pensamento, estimular linguagens artísticas, educar para a estranheza, e estabelecer ligações com contextos geográficos e simbólicos.

O projeto desenvolve se a partir de cada exposição, com um conjunto de 3 a 4 sessões de continuidade, que acontecem em três locais distintos:
Na GMP, com:
→ Aulas Abertas por curadores, artistas e especialistas
→ Visitas Guiadas por educadores
Na Sala de Aula, experimentando práticas artísticas menos habituais nos currículos, com:
→ Workshops
→ Projeção de filmes e leituras partilhadas
E Fora de Portas, com:
→ Derivas
→ Percursos sonoros ou ilustrados

EMBAIXADORES PING!
Em diálogo estreito com os professores que incentivam os alunos à participação num contexto cultural e artístico, o projeto educativo integra o grupo de Embaixadores PING!, formado por jovens adultos que construirão em conjunto uma plataforma de encontro e de reflexão sobre a contemporaneidade.
Mensalmente são promovidas ações de dinâmica de grupo, partilha de experiências e reflexões, e de aproximação às equipas de curadoria e produção da GMP. Ao assumirem o papel de Embaixadores PING! os alunos partilham o projeto com a sua turma de origem através de ações que podem passar por orientar visitas guiadas, moderar conversas, revisitar técnicas artísticas, ou outras que cada um queira propor e implementar.

 

ESCOLAS E GRUPOS
As visitas guiadas ou outras atividades para escolas e grupos necessitam de marcação, e decorrem às 4as entre as 10h00 e as 13h00; às 5as e sábados entre as 14h00 e as 18h00.
Contacte‑nos através do e‑mail galeriamunicipal@agoraporto.pt ou do telefone +351 226 081 063.

PING!

A participação no PING! é gratuita. Público‑Alvo: jovens adultos com idades compreendidas entre os 16 e 22 anos, a frequentar o ensino secundário e os três primeiros anos do ensino superior ou universitário.

Para mais informações sobre os Embaixadores PING! contacte‑nos através do e‑mail galeriamunicipal@agoraporto.pt ou do telefone +351 226 081 063.

 

  • A GALERIA MUNICIPAL DO PORTO REABRIU COM NOVAS MEDIDAS DE SEGURANÇA

    A Galeria Municipal do Porto reabriu ao público a 2 de junho. Para garantir a segurança dos visitantes e dos funcionários, foi introduzido um conjunto de regras temporárias:

    - Entrada livre sujeita à lotação máxima de 20 visitantes no Piso 0 e 10 visitantes na Mezzanine.
    - Uso obrigatório de máscara.
    - Higienização das mãos.
    - Distanciamento social de 2 metros.
  • Inauguração 'ANUÁRIO'19' + Performances

    5 de março, quinta-feira, 21h30
     
  • Lançamento da Programação 2020/2021 com Nástio Mosquito + Odete

    21 fevereiro, sexta-feira, 21h30
    𝘕𝘰.𝘖𝘯𝘦.𝘎𝘪𝘷𝘦𝘴.𝘈.𝘔𝘰𝘴𝘲𝘶𝘪𝘵𝘰’𝘴.𝘈𝘴𝘴.𝘈𝘣𝘰𝘶𝘵.𝘛𝘳𝘢𝘣𝘢𝘭𝘩𝘰.𝘋𝘦.𝘗𝘳𝘦𝘵𝘰 - 𝘏𝘪𝘯𝘰 𝘊𝘢𝘳𝘯𝘦, 2020
    Performance de Nástio Mosquito
    com Diogo + Moreno Ácido & B Fachada

    +

    Apresentação da Programação 2020/2021
    &
    Lançamento da Publicação dos Colectivos Pláka "Politics Of Survival"
     
    +

    Odete
    Dj Set

    Entrada livre
  • Programa Público ‘Depois do Estouro’: SESSÃO DE CINEMA II

    06 fevereiro, quinta-feira, 22h00, Cinema Passos Manuel
    Diogo Baldaia
    Miragem Meus Putos
    PT, 24’, 2017

    Leonor Teles
    Balada de um Batráquio
    PT, 11’, 2016

    José Rito
    Will Free
    PT, 12’, 2017

    Andréia Pires e Leonardo Mouramateus
    Vando Vulgo Vedita
    BRA, 22’, 2017

    Entrada livre, sujeita à lotação da sala.

    Os filmes serão exibidos com legendas em inglês e a sessão contará com a presença dos realizadores.

    Sessão programada por Diogo Baldaia.
  • Programa Público ‘Depois do Estouro’: SESSÃO DE CINEMA I

    23 janeiro, quinta-feira, 22h00, Cinema Passos Manuel
    Madalena Fragoso e Margarida Meneses
    A Casa e os Cães
    PT, 62’, 2019

    Durante 5 anos, sete amigos filmaram as suas vidas, em conjunto e separados. Eram colegas na Escola de Cinema, mas o tempo levou-os por caminhos distintos. “A Casa e os Cães” surge da revisitação desse extenso arquivo que múltiplas câmaras e olhares foram compondo. A casa que partilharam durante um ano já não existe. Restam as imagens. Um filme feito a várias mãos (e realizado pelas estreantes Margarida Meneses e Madalena Fragoso) que é uma reflexão acerca do modo como lidamos com a produção de imagens hoje em dia.

    Marcelo Tavares
    Tu. Tu. Tu.
    PT, 12’, 2019

    Um filme conduzido pelo som que expõe os pensamentos de alguém que estuda numa cidade nova, longe da família.


    Entrada livre, sujeita à lotação da sala.

    Os filmes serão exibidos com legendas em inglês e a sessão contará com a presença dos realizadores.

    Sessão programada por Madalena Fragoso e Margarida Meneses.
  • Lançamento do livro 'Musonautas, Visões & Avarias'

    14 de dezembro, sábado, 18h00
    Palco do Grande Auditório RIVOLI
    Lançamento do Livro
    MUSONAUTAS VISÕES & AVARIAS
    1960-2010 – 5 DÉCADAS DE INQUIETAÇÃO MUSICAL NO PORTO

    Com concertos de:
    VOLÚPIA MUNDANA
    +
    JOÃO LOUREIRO, ANA DEUS E RUI FERNANDES REINTERPRETAM TEMAS DOS BAN


    Entrada livre sujeita a levantamento de bilhete no dia e no local.
  • Programa Público '9Kg de Oxigénio': DAN GRAHAM & PEDRO DE LLANO

    Conversa
    8 de dezembro, domingo, 18h00
    No âmbito do Programa Público da exposição 9KG DE OXIGÉNIO, o artista, escritor e curador norte-americano Dan Graham conversará sobre a sua ampla prática artística com o curador e historiador de arte Pedro de Llano, segundo o qual: "conversar com Dan Graham é uma experiência fascinante e vertiginosa. Os temas e ideias seguem como numa montanha-russa e os seus comentários surpreendem e provocam reflexão. Por vezes é dificil perceber se fala a sério, ou mesmo se o que diz é sarcasmo ou elogio — ou ambos ao mesmo tempo. (…) Estamos ansiosos para voltar à conversa, continuando a aprender com um dos grandes artistas de nosso tempo e saber, por exemplo, o que ele acha do novo prédio projetado por Álvaro Siza na sua cidade ou do último álbum da sua amiga Kim Gordon, entre muitas outras coisas”.
  • Conversa com JACOPO CRIVELLI VISCONTI: 34ª Bienal de São Paulo

    4 dezembro, quarta-feira, 19h00
    CONVERSA SOBRE A 34ª BIENAL DE SÃO PAULO
    Faz escuro mas eu canto

    Com
    JACOPO CRIVELLI VISCONTI
    Curador-geral da 34ª Bienal de São Paulo

    Com a “poética da relação” como um de seus conceitos centrais, a 34ª Bienal de São Paulo – “Faz escuro mas eu canto” adota um formato inovador, expandindo-se no espaço e no tempo. Marcada pelo encontro e potencialização mútua entre projeto curatorial e atuação institucional, a próxima edição da Bienal, em 2020, envolve a realização de mostras e ações apresentadas no Pavilhão da Bienal e a articulação com uma rede de mais de 20 instituições paulistas.

    A conversa terá a apresentação da curadora MARTA MESTRE e é parte do conjunto de apresentações do projeto da 34ª Bienal de São Paulo em instituições internacionais.


    Auditório – Biblioteca Municipal Almeida Garrett
    Entrada Livre


    Coprodução: Projeto Ymago / Galeria Municipal do Porto
    Apoio: Direção-Geral das Artes, Ministério da Cultura, Governo de Portugal.
  • Performance 'In Freundschaft' — KARLHEINZ STOCKHAUSEN, por PEDRO SILVA

    16 novembro, sábado, 16h30
    © Renato Cruz Santos
  • Visita guiada com os curadores

    16 novembro, sábado, 16h00
     
  • Performance 'Antropocenas' — Rita Natálio & João dos Santos Martins

    14 novembro, quinta-feira, 19h30
     © José Carlos Duarte

    Here is a lesson: what happens to people and what happens to the land is the same thing.
    LINDA HOGAN

    - Eu sou uma pessoa doente
    - Sofres de quê?
    - Alteração climática.

    RITA NATÁLIO

    Partindo-se da discussão em torno do Antropoceno e da atual crise climática, mas também das cosmologias ameríndias, das etnografias multi-espécie, do racismo estrutural, do blues dos robots e de um tronco de sumaúma cortado para que humanos pudessem dançar sobre ele, Antropocenas é uma colaboração entre Rita Natálio e João dos Santos Martins com a contribuição de diversos agentes nas áreas da ecologia, dança, música, antropologia e artes visuais. Uma palestra dançada onde plantas, pedras, gatos, dildos e relva nas axilas podem ser os principais oradores, onde samambaias discutem os seus direitos jurídicos, sacos de plástico suicidam-se, animais fazem petições contra a sua extinção, jardineiros cortam cabelos de plantas, onde abraçamos ursinhos de poluição, comemos terra. Textualmente, ideias da história de arte e da antropologia contemporânea misturam-se, opõem-se, matam-se e esfolam-se para destituir certos ideais de natureza. Antropo ma non troppo.
    Conceção e curadoria: Rita Natálio e João dos Santos Martins
    Proposta inicial e texto: Rita Natálio
    Dança: Ana Pi, Ana Rita Teodoro, João dos Santos Martins
    Artes Visuais: Pedro Neves Marques
    Música e instrumentos: Winga Kan
    Assistência dramatúrgica e de ensaios: Joana Levi
    Escultura: Vera Mota
    Jardinagem, Topiária: José Vilarinho
    Participação especial: Melissa Rodrigues
    Luz: Eduardo Abdala Operação: Manuel Abrantes
    Som: João Pratas
    Produção: Associação Parasita
    Coprodução: Materiais Diversos, São Luiz Teatro Municipal, Festival Temps d’Images, Centro Cultural Vila Flor
    Apoio: Fundação GDA, Goethe-Institut São Paulo, Departamento de Biologia Vegetal da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa; MARE, Centro de Ciências do Mar e do Ambiente, Forbo Flooring Systems
    Residências: Culturgest, O Espaço do Tempo, Materiais Diversos, Centro de Criação do Candoso, 23 Milhas, Devir Capa, Arquipélago – Centro de Artes Contemporâneas
    Parceria: BUALA
    Projeto apoiado pelo Ministério da Cultura / Direção-Geral das Artes.
  • Performance 'oh!rage' — CALIXTO NETO

    04 novembro, segunda-feira, 19h00
    Inserido no Fórum do Futuro 2019

    © Marc Domage


  • Performance 'In Freundschaft' — KARLHEINZ STOCKHAUSEN, de PEDRO SILVA

    26 outubro, sábado, 16h30
    © Renato Cruz Santos
  • Visita guiada com os curadores

    26 outubro, sábado, 16h00
     
  • Performance 'in noT' — HARTMANNMUELLER

    19 outubro, sábado, 21h30
    © Dennis Yenmez
  • Performance 'DEATH IS CERTAIN' - EVA MEYER-KELLER

    07 outubro, segunda-feira, 19h30
     © Lucas Fester
  • Performance 'In Freundschaft' — KARLHEINZ STOCKHAUSEN, por PEDRO SILVA

    05 outubro, sábado, 18h00
    © Renato Cruz Santos
  • PRÁTICAS PÓS-NOSTÁLGICAS

    COLECTIVOS PLÁKA
    28 SETEMBRO – 04 OUTUBRO 2019
    PRÁTICAS PÓS-NOSTÁLGICAS

    Águas do Porto - Central Elevatória de Nova Sintra

    Programa completo e inscrições

    TUTORES: Aneta Szylak, Inês Moreira
    COM: Elena Lacruz, Jonas Žukauskas, Jorge Ricardo Pinto, Solvita Krese

    O curso deste ano vai reunir artistas e intelectuais para debater a relação entre arte, etnias, instituições e o legado do colonialismo. A descolonização será abordada no sentido mais amplo do termo: como reconhecimento dos legados coloniais na atualidade, como um sistema de repressão existente e como uma prática que afirma diferentes formas de conhecimento reprimido. Os oradores convidados irão explorar metodologias descoloniais em museus e galerias, modos de interagir criticamente com o passado colonial e como os feminismos do Terceiro Mundo usaram o socialismo revolucionário.

    Fotografia: Central Termo Eléctrica Do Freixo (2009), Filomena Nascimento
  • Conversa com DORA GARCÍA e MARIA TRABULO + Leitura 'UMA ASSEMBLEIA NO DESERTO'

    13 julho, sábado, 18h00
    Conversa DORA GARCÍA e MARIA TRABULO
    Em colaboração com
    'Times of Contemporaneity 2 – Decolonizing Culture'
    com curadoria de CLAIRE BISHOP e NUNO CRESPO
    (Colectivos Pláka)

    Dora García, artista espanhola que vive em Barcelona, é sobretudo conhecida pelos seus arquivos, vídeos e performances baseados nas investigações que conduz. García prepara atualmente um filme sobre a influência de Alexandra Kollontai (1872-1952), líder revolucionária russa, no Terceiro Mundo e entre as feministas negras e chicanas.

    ....

    Leitura
    'UMA ASSEMBLEIA NO DESERTO'
    Três personagens discutem qual o melhor sistema de governo a ser adotado no seu país, após a morte do rei.
    Inspirado numa passagem de Heródoto (Histórias, 440 A.C.)
     Atividade integrada na exposição 'Desertado. Algo que aconteceu pode acontecer novamente'.
  • THE TIME(S) OF CONTEMPORANEITY 2 – DESCOLONIZANDO A CULTURA

    COLECTIVOS PLÁKA
    10 – 13 JULHO 2019
    DESCOLONIZANDO A CULTURA

    Galeria Municipal do Porto / 7º Piso Palácio dos Correios
     
    Programa completo e inscrições

    TUTORES: Claire Bishop, Nuno Crespo
    COM: Dora García, Emanuel Lopes (Coletivo Cadjigue), Filipa César, Françoise Vergès, Kader Attia, Marinho de Pina

    O curso deste ano vai reunir artistas e intelectuais para debater a relação entre arte, etnias, instituições e o legado do colonialismo. A descolonização será abordada no sentido mais amplo do termo: como reconhecimento dos legados coloniais na atualidade, como um sistema de repressão existente e como uma prática que afirma diferentes formas de conhecimento reprimido. Os oradores convidados irão explorar metodologias descoloniais em museus e galerias, modos de interagir criticamente com o passado colonial e como os feminismos do Terceiro Mundo usaram o socialismo revolucionário.
  • Aula aberta com ANA VIDIGAL + Lançamento do catálogo da exposição 'De Outros Espaços'

    6 julho, sábado, 17h00
     
    Programa Público 'De Outros Espaços' 
  • 'THE CHAIR REMAINS EMPTY / BUT THE PLACE IS SET' – Performance JEREMIAH DAY

    26 junho, quarta-feira, 19h00
    Performance de JEREMIAH DAY,
    seguida de conversa com MARIA TRABULO

    As performances pessoais e idiossincráticas de Jeremiah Day recorrem a meios como o diaporama ou a tradição do bardo e centram-se no corpo como material de trabalho, um princípio estabelecido pela dança pós-moderna. A performance resulta da investigação do artista sobre o trabalho de Hannah Arendt – particularmente a sua argumentação, largamente ignorada, em defesa da democracia de conselhos, posteriormente elaborada pelo escritor e ativista Fred Dewey – e os diapositivos reproduzem locais cruciais de Istambul e da Nova Inglaterra.
    A exposição 'Desertado. Algo que aconteceu pode acontecer novamente' integra a performance 'THE CHAIR REMAINS EMPTY / BUT THE PLACE IS SET' de JEREMIAH DAY
  • Conversa com ANA KUN e MARIA TRABULO

    15 junho, sábado, 17h00
    De certo modo, através da sua intervenção, Ana Kun funciona como uma sombra de Maria Trabulo, fazendo uma cópia imperfeita do seu gesto: Maria Trabulo foi a Teerão e falou com várias pessoas sobre uma coleção de arte que não pôde experienciar em primeira mão; Ana Kun planeia agora uma resposta, lendo descrições das obras de arte dos participantes. Na sua ideia, está a construir este cenário artificial, um pálido reflexo do cenário de Maria Trabulo, num esforço de lhe criar um prelúdio para aliviar o espectador nesta antecâmara que é a escadaria (um espaço que funciona como uma espécie de interregno, que quebra a suspensão de incredulidade e serve para limpar o palato entre as duas exposições). Ímpar! 
    Atividade integrada na exposição 'Desertado. Algo que aconteceu pode acontecer novamente'.
  • Exibição do filme 'STATUES OF TEHRAN', de BAHMAN KIAROSTAMI

    15 de junho, sábado, 18h00
    STATUES OF TEHRAN
    Documentário, 60'

    Statues of Tehran [Estátuas de Teerão] questiona a função dos monumentos na atual Teerão, uma megametrópole pós-moderna e ideologicamente sobrecarregada, acometida pelo esquecimento. A peça retraça o destino de duas importantes esculturas públicas: a primeira, um trabalho pioneiro encomendado pela família real nos anos 1970 de autoria do então mais destacado escultor da modernidade, Bahman Mohassess; a segunda, um tributo à Revolução Islâmica instalada na Praça da Revolução, de Iraj Esskandari. Sob a égide da Revolução, a primeira foi condenada primeiro ao desleixo e finalmente a ser armazenada, enquanto a segunda se tornou uma peça de referência entre a profusão de projetos públicos que celebram a Revolução e a Guerra Irão-Iraque.
    Atividade integrada na exposição 'Desertado. Algo que aconteceu pode acontecer novamente'. 
  • ANUÁRIO: Visita guiada com os curadores

    18 de maio, sábado, 16h00
    Joana Machado
    Joaquim Durães
    José Maia
    Miguel Flor
    Rita Castro Neves
  • ANUÁRIO: Performances

    18 de maio, sábado, 21h30—01h00
    Garcia da Selva & Mafalda Santos
    Metal Locker Acoustics — Xavier Paes
    Sereias
    DJ Urânio & MC Sissi
  • ANUÁRIO: Visita guiada com os curadores

    06 de abril, sábado, 16h00
    Joana Machado
    Joaquim Durães
    José Maia
    Miguel Flor
    Rita Castro Neves
  • ANUÁRIO: "Água Forte", um filme de Mónica Baptista

    06 de abril, sábado, 17h00
    ÁGUA FORTE
    Mónica Baptista
    2018, PT, 15', M/12
  • Lançamento de Programação

    26 de fevereiro, terça, 12h00
     
  • Visita guiada com Filipa Oliveira e Guilherme Blanc

    16 de fevereiro, sábado , 16h00
     
  • Visita guiada com Filipa Oliveira

    02 de fevereiro, sábado , 16h00
     
  • Visita Guiada com Guilherme Blanc

    12 de janeiro, sábado , 16h00
    Visita Guiada com Guilherme Blanc
  • Concerto F.R.I.C.S.

    18 de novembro, domingo , 18h00

    F.R.I.C.S. — Fanfarra Recreativa Improvisada Colher de Sopa 

     

     

     

  • Lançamento do Livro + Sessões

    17 de novembro, sábado, 17h00
    17h Lançamento do Livro 

    18h Sessão com Fernanda Bernardo

    21h Sessão com Isabel Soveral 
    Fernanda Bernardo é professora de filosofia contemporânea na Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, posicionada na Desconstrução e na intersecção da filosofia com a literatura, a poética, as artes do visível, a ética e a política. Para além de tradutora de Jacques Derrida, de Emmanuel Levinas, de Maurice Blanchot e de Jean-Luc Nancy, é também autora de vários escritos, em revistas e obras colectivas nacionais e internacionais. Membro do Comité Científico de Filosofia do SSHRC - CRSH (Canadá, 2012), Bernardo foi também a Representante de Coimbra-Cidade refúgio (2003-2006) no Réseau International des Villes Refuge afecto ao Parlement International des Écrivains (Strasbourg).

    Isabel Soveral estudou no Conservatório Nacional com os compositores Jorge Peixinho e Joly Braga Santos. Em 1988 ingressou na Universidade Estadual de Nova Iorque em Stony Brook, onde estudou sobre a orientação dos compositores Daria Semegen e Bulent Arel. É professora no Departamento de Comunicação e Arte da Universidade de Aveiro e membro do INET-MD como coordenadora do grupo de Composição Teoria e Tecnologia da Música (CTTM). Desde 2014 que é diretora do CIME (Centro de Investigação em Música Electroacústica da UA), tendo criado a plataforma EAW (Electroacoustic Winds). Desde 2008 que é membro da Conselho Científico do Centro de Investigação em Música Portuguesa (CIMP). Ademais de várias partituras publicadas e obras editadas, a sua música tem sido apresentada em Portugal, Espanha, França, Itália, Alemanha, Hungria, Áustria, Suíça, Suécia, Bulgária, Polónia, Hong Kong, Macau, Argentina, Brasil, Cuba e Estados Unidos.
  • Visita com os Curadores

    10 de novembro, sábado, 16h00
    Visita com os Curadores
    Paulo Vinhas, Hugo Oliveira, Manuel João Neto, Pedro Junqueira Maia, Pedro Tenreiro, Suzana Ralha

  • Conversa “Da Caos à X. A importância das Rádios Livres” — António da Silva Oliveira, Paulo Vieira de Castro e José Carlos Tinoco

    3 de novembro, sábado, 18h00

    “Da Caos à X. 

    A importância das Rádios Livres”

    António da Silva Oliveira, Paulo Vieira de Castro, José Carlos Tinoco

     

  • Visita Guiada com Sofia Lemos

    3 de novembro, sábado, 16h00
    16h Visita Guiada com Sofia Lemos
  • Sessão de Cinema — “Estudos Incomunicantes”, de Álvaro Salazar

    27 de outubro, sábado, 18h30
    Estreia de Estudos Incomunicantes”, de Álvaro Salazar
    Realização de Bruno Nacarato

    Produção Atelier de Composição

  • Visita com os Curadores

    27 de outubro, sábado, 16h00
    Visita com os Curadores
    Paulo Vinhas, Hugo Oliveira, Manuel João Neto, Pedro Junqueira Maia, Pedro Tenreiro, Suzana Ralha


  • Conversa “Do anarquismo musical aos GNR” — Inês Meneses com Alexandre Soares, Rui Reininho e Silvestre Pestana

    26 de outubro, sexta-feira, 18h00

    Fala com Ela

    “Do anarquismo musical aos GNR”

    Inês Meneses conversa com Alexandre Soares, Rui Reininho e Silvestre Pestana

  • Visita Guiada + Sessões

    20 de outubro, sábado, 16h00
    16h Visita Guiada com Musa paradisiaca

    18h Sessão com Filipa Ramos

    19h Sessão sem António Poppe
    Filipa Ramos é uma escritora e editora residente em Londres, onde é Editora Geral da art-agenda. Lecciona no programa de mestrado em Cinema Experimental da Kingston University e no curso MRes Art:Moving Image da Central Saint Martins, ambos em Londres, e trabalha com o Programa de Mestrado do Institut Kunst, em Basileia. Ramos é co-curadora do Vdrome, um programa de divulgação de filmes criados por artistas visuais e realizadores de cinema. Com atenção prioritária aos temas das relações interespécies, os seus escritos e pesquisa têm vindo a ser publicados em revistas e catálogos internacionais. Ramos publicou Animals (Whitechapel Gallery/MIT Press, 2016) e neste momento prepara uma exposição centrada no tema devir animal – devir outro, com inauguraçao marcada para 2019, no Bildmuseet Umeå, Suécia.

    António Poppe é poeta e artista visual com formação no Ar.Co, no Royal College of Art em Londres, e na School of the Art Institute de Chicago. Colabora com Musa paradisiaca desde 2014, quando Poppe sonorizou o filme O Êxtase e o Éden da autoria da dupla. Em 2017 realizaram em conjunto a exposição Teatro Máximo, na Quetzal Art Center. É autor de Come coral (Douda Correria, 2017), medicin. (Douda Correria, 2015), Livro da Luz (Documenta, 2012) e Torre de Juan Abad (Assírio & Alvim, 2000).
  • Sessão com Musa paradisiaca

    19 de outubro, sexta-feira, 17h00
     
  • Concerto com obras de Filipe Pires, Álvaro Salazar e Rui Penha

    23 de setembro, domingo, 18h00
    Concerto com obras de: 

    Filipe Pires (1934 - 2015)
    "Figurações III", para dois pianos [10']
    Henrique Mateus (pf), Gonçalo Oliveira (pf)
    Alunos da Academia de Música de Vilar do Paraíso 

    Álvaro Salazar (n. 1938)
    "Ein Plagiaten", para piano [1']
    Elsa Marques Silva (pf)

    Rui Penha (n. 1981)
    "pendulum", para flauta, clarinete, violino, violoncelo, piano, vídeo e electrónica em tempo real [8']
    Gabrielle Silva (fl), João Aires (cl-b), Gaspar Santos (vl), José Tiago Silva (vlc), Rui Penha (pf/dir.)
    Com apresentação da obra pelo compositor.
  • Visita Guiada com Carla Filipe

    22 de julho, domingo, 17h
    "Esta exposição é uma tentativa de construir algo sólido. Contrariar a liquidez e construir alguma memória do presente. E que crie ecos, que afirme que podemos agir, fazer, mapear, contribuir para o coletivo, nunca perdendo a singularidade, que é essa a maior riqueza. Neste projeto para a Galeria Municipal existem várias pessoas, várias formas de ver e olhar o Porto, ou a noite."
     Excerto de texto de Carla Filipe na publicação "O ontem morreu hoje, o hoje morre amanhã"
  • Aula Aberta com Miguel von Hafe Pérez

    21 de julho, sábado, 17h
     "Nestas encruzilhadas da memória divago frequentemente por uma época muito particular: os finais de 1970. Tudo revolve num magma indistinto onde proletários e intelectuais protagonizam radicais mudanças de paradigma na receção e difusão da música na cultura popular. Vislumbro aqueles personagens a frequentar as discotecas de Brooklyn replicando modos inacessíveis do Studio 54, concretizando o sonho de libertação com as suas companheiras mais roliças, menos sofisticadas e cocainómanas. São os meus disco-punks. A força não é destrutiva e niilista, é revertida em passos de dança que se aprimoram ao fim de semana. Saturday Night Fever e a música dos Bee Gees é o mais envolvente cenário do velho mito de empoderamento do mecânico americano com a sua ética de trabalho única. Staying Alive é o outro lado do espelho com menos pó branco daquela que será uma das primeiras experiências da música de dança que abre portas para o techno e seus derivados: a versão de oito minutos de I Feel Love de Donna Summer produzida por Giorgio Moroder e Pete Bellotte. A revolução sindicalista coreografada com jogos de anca sincronizados dos da febre de sábado à noite distancia-se, assim, do cinismo hedonista dos que conseguiam entrar naquela porta número 254 na rua 54 em Manhattan. Tudo isto em 1977. No outro extremo o punk rebentava com inusitada violência e rapidez. Como uma bomba de disseminação de estilhaços contraditórios, híper-velozes e de penetração garantida. Mas, intuo mais do que fundamento, manipulada por uma intelectualização proeminente que não consigo deixar de apontar (de forma completamente subjetiva e irracional até, volto a sublinhar) a Malcolm McLaren. Estranho, tudo isto.

    E no entanto… esta intelectualização da música de energia pura e gestos contraditórios no punk e no pós-punk tem, nos seus protagonistas uma série extensa de atores que vieram, precisamente, do meio artístico. Proletários da imagem ou intelectuais da forma?"

    Excerto do texto "Proletários e Intelectuais", escrito por Miguel von Hafe Pérez para a publicação "O ontem morreu hoje, o hoje morre amanhã"
  • Aula Aberta com Pedro Rocha

    21 de julho, sábado, 18h30
    Natural do Porto e sediado nesta mesma cidade, Pedro Rocha desenvolve atividade na área da curadoria de música e de outras práticas artísticas ligadas ao som desde 1998, e a sua atividade principal tem sido a colaboração com o Museu de Arte Contemporânea de Serralves. Para esta aula aberta, a proposta é de uma experiência que coloca a audição coletiva de uma seleção de músicas em simultâneo (paralelo, concorrência ou simbiose) com uma navegação entre ideias, pensamentos e escritos literários que podem ou não relacionar-se direta ou indiretamente com a música ouvida. Sugere-se a aproximação a um dispositivo, ainda que hesitante e especulativo, que coloque em alternância o "disc jockey" com o "text jockey". Enquanto a música tenderá principalmente para a exploração dos universos do minimalismo, da repetição e do processual, os textos poderão aparecer de vários lugares: teoria e crítica musical ou artística, filosofia, testemunhos, sociologia e literatura. O que poderá despontar dos encontros e desencontros, das alianças e fricções, entre a música e as palavras?
  • Workshop de Rui Bourbon: 'Cartazes Despertos'

    14 de julho, sábado, 15h – 17h
    Neste workshop para famílias, sugerido para crianças dos 5 aos 12 anos, os participantes desenvolverão cartazes de eventos musicais utilizando a técnica de colagem. Através da apropriação de fontes tipográficas e imagens oriundas de material preexistente – como livros, revistas e cartazes usados –, novos contextos visuais serão criados a partir de jogos de palavras e elementos gráficos.
  • Tendency (DJ Set) + Expawn (LIVE)

    14 de julho, sábado, 15h – 21h
     
  • Performance de Riccardo Balli

    'Frankenstein, or the 8 bit Prometheus': Low-resolution séance
    13 de julho, sexta-feira, 22h
    Através de uma séance de baixa-resolução mediada por links de Game Boy, Riccardo Balli irá evocar nesta sessão o espírito de Giovanni Aldini (1762 – 1834), famoso ressuscitador de defuntos que inspirou a obra ‘Frankenstein: or the Modern Prometheus’. Aldini contará uma versão comprimida da história original de Frankenstein, cruzando a linguagem do livro com elementos de retro-gaming, simplificando a sua narrativa como se de um jogo arcade se tratasse. Aldini era sobrinho de Luigi Galvani, célebre cientista italiano do séc. XVIII, e vivia na Bologna MIDIeval tal como o autor desta performance.
  • Visita Guiada com Carla Filipe

    07 de julho, sábado, 17h
     
  • Performance de Lydia Lunch

    07 de julho, sábado, 22h
    DUST AND SHADOWS
    Performance de Lydia Lunch ilustrada por uma evocativa apresentação multimédia que utiliza imagens captadas e remisturadas por Elise Passavant. Ambientes sonoros psicadélicos reforçam a musicalidade dinâmica da poesia lírica e da voz hipnotizante de Lydia Lunch. ‘Dust and Shadows’ combina de forma única texturas, imagens e sons sobrenaturais que lidam com temas como a perda, raiva, vingança e sobrevivência através de imagens assombrosas de inúmeras cidades fantasma espalhadas pelo deserto espanhol.
  • Programa de filmes de Steina e Woody Vasulka

    06 de julho, sexta-feira, 22h
    Apresentado por Margarida Mendes

    Esta sessão apresenta os filmes Golden Voyage (1973), Solo for 3 (1974), Reminiscence (1974), Soundgated Images (1974), e Noisefields (1974), de Steina e Woody Vasulka, que introduzem a fase seminal de experiências tecnológicas onde o duo explora o espaço ilusório e materialidade do vídeo, através do processamento intercalado de imagens analógicas, da manipulação do sinal eletrónico e do interface sonoro. Paisagens que aludem ao psicadelismo de Magritte, campos de ondas sonoras, oceanos noise e interferências cinescópicas. Os Vasulkas são pioneiros na exploração artística do vídeo, trabalhando em conjunto desde 1960, com um percurso amplo que se estende da República Checa aos Estados Unidos.
  • DJ Set GAM (Pedro Abrantes e Valdemar Pereira)

    30 de junho, sábado, 22h30
     
  • Inauguração da exposição 'Prémio Paulo Cunha e Silva'

    09.06.2018 - sáb - 18h00
    entrada livre
    O Prémio de Arte Paulo Cunha e Silva foi criado em 2015 pela Câmara Municipal do Porto como homenagem ao antigo vereador da cultura Paulo Cunha e Silva, direcionando‑se a artistas nacionais e internacionais com menos de 40 anos que não tenham tido mais do que uma exposição individual numa instituição, ou espaço de arte, de relevo a nível internacional. O júri da primeira edição – composto por João Laia, Vicente Todolí, Meg Stuart e Julião Sarmento – analisou os portefólios de 47 artistas selecionados por um conjunto de 16 curadores indicados pelos quatro jurados. A Galeria Municipal apresenta uma exposição com obras dos seis finalistas da primeira edição do Prémio – Christine Sun Kim, Jonathas de Andrade, June Crespo, Mariana Caló e Francisco Queimadela, Naufus Ramírez Figueroa, Olga Balema.
  • BARCO NEGRO!

    Visita-Oficina
    Até 18.05.2018
    terça a sexta: 10.00h-11.30h ou 14.30h-16.00h
    Entrada gratuita com inscrição prévia
     A partir da obra "Barco Negro" será analisado o percurso artístico de João Pedro Vale, escultor que interroga a História, as lendas, a propaganda e as noções de identidade, através do uso de formas culturais e folclóricas. Podemos nós conhecer os limites das nossas ilhas, mergulhar numa atração plástica que vive entre a ficção e a construção do eu e do outro, levantando questões que nos mobilizam?

    Destinatários: Ensino Secundário e Profissional

    Entrada gratuita com inscrição prévia através 22 6081063 ou galeriamunicipal@cm-porto.pt

    © Ricardo Castelo / Fundação EDP
  • O QUE VAI NA CABEÇA DOS MACACOS?

    Visita-Oficina
    Até 18.05.2018
    terça a sexta: 10.00h-11.30h ou 14.30h-16.00h
    Entrada gratuita com inscrição prévia
     Mas afinal o que vai na cabeça dos macacos? A partir da obra ambivalente e irónica "100 macacos sem cabeça", de Francisco Queirós, vamos analisar como esta dialoga com o espaço da exposição, com as outras obras e quais as múltiplas relações que desencadeia.

    Destinatários: EB 1º e 2º ciclo

    Entrada gratuita com inscrição prévia através 22 6081063 ou galeriamunicipal@cm-porto.pt

    © Ricardo Castelo / Fundação EDP

  • LUZES, SOMBRAS E CORES

    Visita-Oficina
    Até 18.05.2018
    terça a sexta: 10.00h-11.30h ou 14.30h-16.00h
    Entrada gratuita com inscrição prévia
    Mas afinal o que vai na cabeça dos macacos? A partir da obra ambivalente e irónica 100 macacos sem cabeça, de Francisco Queirós, vamos analisar como esta dialoga com o espaço da exposição, com as outras obras e quais as múltiplas relações que desencadeia.

    Destinatários: EB 1º e 2º ciclo

    Entrada gratuita com inscrição prévia através 22 6081063 ou galeriamunicipal@cm-porto.pt 

    © Ricardo Castelo / Fundação EDP
  • FAMÍLIAS EM AÇÃO NA EXPOSIÇÃO

    Visita-Oficina
    13 maio, domingo, 15h00-17h00
    Entrada livre
    Um jogo de descoberta com base numa seleção de imagens das obras da coleção Pedro Cabrita Reis com propostas variadas de atividades de desenho, pintura e colagem que suscitam cumplicidade em contexto familiar na aproximação à arte contemporânea. 

    Destinatários: Famílias 

    © Ricardo Castelo / Fundação EDP
  • VISITA COMENTADA

    28 abril, sábado, 16h00
    Com Ana Anacleto (curadora)
    Seguida de conversa com Francisco Queirós, Paulo Mendes e Sílvia Hestnes Ferreira
    Entrada livre

    © Ricardo Castelo / Fundação EDP
  • PERFORMANCE: António Olaio & João Taborda

    28 abril, sábado, 21h30
    Capela de Carlos Alberto
    Passados 22 anos do primeiro concerto, António Olaio & João Taborda, em canções como "20 years in a plane", "Foggy days in old Manhattan", “Blaupunkt Blues”, “Red rainbows”, ou “La Prospettiva”, percorrem temas dos seus primeiros álbuns e apresentam temas inéditos. Entre o universo da música e o das artes plásticas, tudo é simultaneamente estranho e familiar.

    Entrada livre
  • AULA ABERTA com Vasco Araújo

    27 abril, sexta-feira, 17h00
     Destinatários: Escolas de arte, universidades e público em geral

    Entrada gratuita com inscrição prévia através 226081063 ou galeriamunicipal@cm-porto.pt

    © Ricardo Castelo / Fundação EDP
  • FAMÍLIAS EM AÇÃO NA EXPOSIÇÃO

    Visita-Oficina
    15 abril, domingo, 15h00-17h00
    Entrada livre
    Um jogo de descoberta com base numa seleção de imagens das obras da coleção Pedro Cabrita Reis com propostas variadas de atividades de desenho, pintura e colagem que suscitam cumplicidade em contexto familiar na aproximação à arte contemporânea.

    Destinatários: Famílias

    © Ricardo Castelo / Fundação EDP

  • AULA ABERTA com João Pedro Vale e Nuno Alexandre Ferreira

    6 abril, sexta-feira, 17h00
    Destinatários: Escolas de arte, universidades e público em geral

    Entrada gratuita com inscrição prévia através 226081063 ou galeriamunicipal@cm-porto.pt

    © Ricardo Castelo / Fundação EDP

  • FAMÍLIAS EM AÇÃO NA EXPOSIÇÃO

    Visita-Oficina
    25 março, domingo, 15h00-17h00
    Entrada livre
    Um jogo de descoberta com base numa seleção de imagens das obras da coleção Pedro Cabrita Reis com propostas variadas de atividades de desenho, pintura e colagem que suscitam cumplicidade em contexto familiar na aproximação à arte contemporânea.

    Destinatários: Famílias

    © Ricardo Castelo / Fundação EDP

  • Lançamento do Catálogo da Exposição

    17.03.2018 - sáb - 17.00h
    Foyer do Auditório da Biblioteca Municipal Almeida Garrett
    Entrada livre
    No próximo sábado será realizado o lançamento do catálogo da exposição “Quatro Elementos”, com a presença dos curadores Ana Luísa Amaral, Eduarda Neves, Pedro Faro e Nuno Faria. A exposição, que decorreu na Galeria Municipal do Porto de 1 de setembro a 12 de novembro de 2017, foi estruturada a partir da ideia cosmogónica dos Elementos Naturais, que inspirou pensadores de várias eras e continua a influenciar a prática artística nos seus diversos territórios, nomeadamente no das artes visuais.

    O catálogo integra documentação relativa aos quatro projetos curatoriais que formaram a exposição e inclui um conjunto de ensaios que permite uma leitura alargada sobre assuntos indagados pelas obras dos artistas que os quatro curadores decidiram apresentar.
  • Inauguração da Exposição "Germinal - O núcleo Cabrita Reis na Coleção de Arte Fundação EDP"

    16.03.2018 - sex - 21.30h
    entrada livre
    INAUGURAÇÃO:

    Na sequência da aquisição da Coleção Cabrita Reis pela Fundação EDP em 2015, a Galeria Municipal do Porto, em colaboração com o Museu de Arte Arquitetura e Tecnologia (MAAT), apresenta agora a maior exposição alguma vez realizada a partir deste espólio. Germinal debruçar‑se‑á sobre um vasto e significativo conjunto de obras, adquiridas pelo artista ao longo dos últimos quase trinta anos, com especial incidência sobre os momentos iniciais ou originários das carreiras de artistas nacionais cujos percursos têm vindo a afirmar‑se ao longo do tempo. Com uma ampla e sólida representação da chamada ‘geração de 90’ e, também, com a presença de artistas de gerações anteriores e posteriores, pretende‑se trazer a público um conjunto de obras marcantes, revelando o olhar de um colecionador atento e amplamente vinculado ao apoio a artistas e às práticas experimentais, sinónimo de cosmopolitismo, vanguarda e compromisso com o futuro.
  • FAMÍLIAS EM AÇÃO NA EXPOSIÇÃO

    Visita-Oficina
    18.02.2018 - dom - 15.00h - 17h00
    entrada livre

    Criação de um mapa de ideias em família com registo das linguagens das obras expostas e ligações a sons, movimentos e imagens sobre a exposição 10000 anos depois entre Vénus e Marte.

    Conceção:
    Graça Lacerda

    Destinatários:
    Famílias

  • A ARTE DE COLECIONAR - Conversa com António Cachola, Pedro Álvares Ribeiro e Paulo Pimenta

    17.02.2018 - sáb - 17.00h
    entrada livre
    Entre a finitude e a acumulação, a memória e a utilidade, a prática do colecionismo desenvolve-se em torno da possibilidade de uma relação entre o presente e o futuro.
    Num encontro a três vozes incontornáveis do colecionismo em Portugal desvelamos o gosto e a reflexão fundamentais ao ato de colecionar.

  • COLECIONADORES DE AZUL

    Visita-Oficina
    Até 16.02.2018 - terça a sexta - 10.00h-11.30h ou 14.30h-16.00h
    Entrada gratuita com inscrição prévia
    Sabias que alguns artistas fazem do azul uma narrativa de emoções e sensações? Vamos colecionar todas as ideias sobre a cor azul e os seus significados. Vamos pensar no azul da galeria e conhecer as obras da coleção. Serão elas azuis? Será o nosso corpo azul?
    Conceção:
    Rita Roque

    Destinatários:
    EB 1º ao 3º ciclo

    Inscrições:
    22 6081063 / galeriamunicipal@cm-porto.pt
  • AMOR EM VÉNUS, GUERRA EM MARTE

    Visita-Oficina
    Até 16.02.2018 - terça a sexta - 10.00h-11.30h ou 14.30h-16.00h
    Entrada gratuita com inscrição prévia

    Como surge o gesto amoroso? O que é que dá impulso à guerra? Podemos através da colagem e do desenho imaginar esses dois mundos? O que são 10 000 anos depois entre Vénus e Marte? Nesta oficina vamos valorizar o título da exposição e elaborar um tabuleiro de jogo onde os participantes vão construir esses dois mundos.

    Conceção:
    Rita Roque

    Destinatários:
    Ensino Secundário Profissional

    Inscrições: 
    22 6081063 / galeriamunicipal@cm-porto.pt

  • SONAR - Há Sons no Ar?

    Visita-Oficina
    Até 16.02.2018 - terça a sexta - 10.00h-11.30h ou 14.30h-16.00h
    Entrada gratuita com inscrição prévia
    Qual é a viagem do som na galeria? Quais são as formas que conseguimos encontrar? Vamos viajar com sons e criar um imaginário de formas, feitas de plasticina. Vamos instalar estas pequenas esculturas de silêncio que guardam os ritmos capturados pelo nosso olhar e pelo nosso ouvido.
    Conceção:
    Rita Roque

    Destinatários:
    Pré-escolar

    Inscrições:
    22 6081063 / galeriamunicipal@cm-porto.pt
     

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