A Galeria Municipal do Porto apresenta um programa regular de exposições e eventos dedicados à arte contemporânea, desenvolvendo projetos também nos domínios do design e da arquitetura. Com a missão de apresentar exposições que promovam uma reflexão sobre as tendências artísticas e discursivas contemporâneas, a Galeria Municipal do Porto promove debate, investigação e disseminação de ideias em torno das artes.
Desde que reiniciou a sua atividade em 2014, a Galeria Municipal do Porto tem colaborado com parceiros nacionais e internacionais na programação e comissariado de exposições, performances e debates, estimulando envolvimento a longo prazo através do seu projeto educativo e editorial.
A Galeria Municipal do Porto é um espaço com entrada livre e conta com a Fundação EDP como mecenas principal.
Entrada livre

Horário

Terça - Sábado
10h00-18h00

Domingo
14h00-18h00

Encerrado à segunda-feira e feriados

Contactos
 Rua D. Manuel II
(Jardins do Palácio de Cristal)
4050-346 Porto

+351 226 081 063
galeriamunicipal@cm-porto.pt
fb.me/galeriamunicipaldoporto

Equipa

Presidente
Rui Moreira

Direção Artística
Guilherme Blanc

Direção Executiva
Sílvia Fernandes

Coordenação de Produção
Patrícia Vaz

Apoio à Curadoria
Rita Roque

Coordenação Editorial

Lídia Queirós

Comunicação
Tiago Dias dos Santos
 
Serviço Educativo
Mariana Bacelar
Rita Roque

Equipa de Montagem
Isidro Caldeira
Joaquim Tavares
Paulo Coelho
Paulo Vieira

Técnicos de Audiovisual
Guilherme Dantas
Luís Neves

Apoio à produção

Joaquim Aguiar
Maria dos Anjos Cerdeira  

Direção Municipal da Cultura
  
Diretora de Departamento
Sofia Alves
 
Serviços administrativos
Eduarda Paiva
Nina Machado

  • mecenas:

  • organização:

  • Fundação Edp
  • Porto.
Expo’98 no Porto é um concurso que atribui duas bolsas para a realização de duas exposições na Galeria Municipal do Porto, entre 2019 e 2020.

Enquanto espaço municipal, a Galeria Municipal tem por missão apresentar exposições que promovam reflexões sobre as tendências artísticas e discursivas contemporâneas. Com Expo’98 no Porto pretende-se reforçar essa missão através de um projeto que estreita a relação entre a singularidade da sua identidade programática e a prática artística e curatorial da cidade.

Dirigido a curadores e artistas residentes no Porto durante todo o período de conceção e implementação dos projetos expositivos, Expo’98 no Porto conta com um orçamento total de 98.000 euros. As duas exposições resultantes do concurso serão apresentadas na Galeria Municipal: a primeira, com um orçamento de 34.000 euros, será inaugurada em dezembro de 2019, e a segunda, com um orçamento de 64.000 euros, será apresentada em 2020.

As candidaturas deverão ser enviadas para galeriamunicipal@cm-porto.pt a partir de 1 de março de 2019.

 

+ info

JÚRI

Daniela Agostinho

Daniela Agostinho é investigadora de pós-doutoramento no Departamento de Artes e Estudos Culturais da Universidade de Copenhaga. Foi curadora da coletiva Artists Film International (MAAT, 2017) e da individual de Aimée Zito Lema (Museu Gulbenkian, com Ana Cachola e Luísa Santos, 2018).

Miguel Ferrão
Licenciado em Pintura pela FBAUL, é mestre em Filosofia-Estética pela FCSH-UNL e doutorando em Estudos Artísticos - Arte e Mediações pela mesma instituição. Dirige com Eduardo Guerra, desde 2010, o projecto artístico Musa paradisiaca, finalista dos Prémios EDP Novos Artistas (2013) e Sonae Media Art (2015). Foi assistente curatorial na Galeria Zé dos Bois (2008-2010) e coordenador da programação “Aguêdê-Alê”, em São Tomé e Príncipe (2010-2013).

Nuno Faria
Formado em história de arte e arqueologia. É director artístico do CIAJG —Centro Internacional das Artes José de Guimarães, curador e professor na ESAD - Escola de Artes e Design das Caldas da Rainha.
  • Conversa com DORA GARCÍA e MARIA TRABULO + Leitura 'UMA ASSEMBLEIA NO DESERTO'

    13 julho, sábado, 18h00
    Conversa DORA GARCÍA e MARIA TRABULO
    Em colaboração com
    'Times of Contemporaneity 2 – Decolonizing Culture'
    com curadoria de CLAIRE BISHOP e NUNO CRESPO
    (Colectivos Pláka)

    Dora García, artista espanhola que vive em Barcelona, é sobretudo conhecida pelos seus arquivos, vídeos e performances baseados nas investigações que conduz. García prepara atualmente um filme sobre a influência de Alexandra Kollontai (1872-1952), líder revolucionária russa, no Terceiro Mundo e entre as feministas negras e chicanas.

    ....

    Leitura
    'UMA ASSEMBLEIA NO DESERTO'
    Três personagens discutem qual o melhor sistema de governo a ser adotado no seu país, após a morte do rei.
    Inspirado numa passagem de Heródoto (Histórias, 440 A.C.)
     Atividade integrada na exposição 'Desertado. Algo que aconteceu pode acontecer novamente'.
  • Colectivos Pláka

    THE TIME(S) OF CONTEMPORANEITY 2
    DECOLONIZING CULTURE
    COMISSARIADO: Câmara Municipal do Porto
    TUTORES: Claire Bishop, Nuno Crespo
    COM: Dora García, Emanuel Lopes (Coletivo Cadjigue), Filipa César, Françoise Vergès, Kader Attia, Marinho de Pina

    O seminário deste ano vai reunir artistas e intelectuais para debater a relação entre arte, etnias, instituições e o legado do colonialismo. A descolonização será abordada no sentido mais amplo do termo: como reconhecimento dos legados coloniais na atualidade, como um sistema de repressão existente e como uma prática que afirma diferentes formas de conhecimento reprimido. Os oradores convidados irão explorar metodologias descoloniais em museus e galerias, modos de interagir criticamente com o passado colonial e como os feminismos do Terceiro Mundo usaram o socialismo revolucionário. 
  • Aula aberta com ANA VIDIGAL + Lançamento do catálogo da exposição 'De Outros Espaços'

    6 julho, sábado, 17h00
     
    Programa Público 'De Outros Espaços' 
  • 'THE CHAIR REMAINS EMPTY / BUT THE PLACE IS SET' – Performance JEREMIAH DAY

    26 junho, quarta-feira, 19h00
    Performance de JEREMIAH DAY,
    seguida de conversa com MARIA TRABULO

    As performances pessoais e idiossincráticas de Jeremiah Day recorrem a meios como o diaporama ou a tradição do bardo e centram-se no corpo como material de trabalho, um princípio estabelecido pela dança pós-moderna. A performance resulta da investigação do artista sobre o trabalho de Hannah Arendt – particularmente a sua argumentação, largamente ignorada, em defesa da democracia de conselhos, posteriormente elaborada pelo escritor e ativista Fred Dewey – e os diapositivos reproduzem locais cruciais de Istambul e da Nova Inglaterra.
    A exposição 'Desertado. Algo que aconteceu pode acontecer novamente' integra a performance 'THE CHAIR REMAINS EMPTY / BUT THE PLACE IS SET' de JEREMIAH DAY
  • Conversa com ANA KUN e MARIA TRABULO

    15 junho, sábado, 17h00
    De certo modo, através da sua intervenção, Ana Kun funciona como uma sombra de Maria Trabulo, fazendo uma cópia imperfeita do seu gesto: Maria Trabulo foi a Teerão e falou com várias pessoas sobre uma coleção de arte que não pôde experienciar em primeira mão; Ana Kun planeia agora uma resposta, lendo descrições das obras de arte dos participantes. Na sua ideia, está a construir este cenário artificial, um pálido reflexo do cenário de Maria Trabulo, num esforço de lhe criar um prelúdio para aliviar o espectador nesta antecâmara que é a escadaria (um espaço que funciona como uma espécie de interregno, que quebra a suspensão de incredulidade e serve para limpar o palato entre as duas exposições). Ímpar! 
    Atividade integrada na exposição 'Desertado. Algo que aconteceu pode acontecer novamente'.
  • Exibição do filme 'STATUES OF TEHRAN', de BAHMAN KIAROSTAMI

    15 de junho, sábado, 18h00
    STATUES OF TEHRAN
    Documentário, 60'

    Statues of Tehran [Estátuas de Teerão] questiona a função dos monumentos na atual Teerão, uma megametrópole pós-moderna e ideologicamente sobrecarregada, acometida pelo esquecimento. A peça retraça o destino de duas importantes esculturas públicas: a primeira, um trabalho pioneiro encomendado pela família real nos anos 1970 de autoria do então mais destacado escultor da modernidade, Bahman Mohassess; a segunda, um tributo à Revolução Islâmica instalada na Praça da Revolução, de Iraj Esskandari. Sob a égide da Revolução, a primeira foi condenada primeiro ao desleixo e finalmente a ser armazenada, enquanto a segunda se tornou uma peça de referência entre a profusão de projetos públicos que celebram a Revolução e a Guerra Irão-Iraque.
    Atividade integrada na exposição 'Desertado. Algo que aconteceu pode acontecer novamente'. 
  • ANUÁRIO: Visita guiada com os curadores

    18 de maio, sábado, 16h00
    Joana Machado
    Joaquim Durães
    José Maia
    Miguel Flor
    Rita Castro Neves
  • ANUÁRIO: Performances

    18 de maio, sábado, 21h30—01h00
    Garcia da Selva & Mafalda Santos
    Metal Locker Acoustics — Xavier Paes
    Sereias
    DJ Urânio & MC Sissi
  • ANUÁRIO: Visita guiada com os curadores

    06 de abril, sábado, 16h00
    Joana Machado
    Joaquim Durães
    José Maia
    Miguel Flor
    Rita Castro Neves
  • ANUÁRIO: "Água Forte", um filme de Mónica Baptista

    06 de abril, sábado, 17h00
    ÁGUA FORTE
    Mónica Baptista
    2018, PT, 15', M/12
  • Lançamento de Programação

    26 de fevereiro, terça, 12h00
     
  • Visita guiada com Filipa Oliveira e Guilherme Blanc

    16 de fevereiro, sábado , 16h00
     
  • Visita guiada com Filipa Oliveira

    02 de fevereiro, sábado , 16h00
     
  • Visita Guiada com Guilherme Blanc

    12 de janeiro, sábado , 16h00
    Visita Guiada com Guilherme Blanc
  • Concerto F.R.I.C.S.

    18 de novembro, domingo , 18h00

    F.R.I.C.S. — Fanfarra Recreativa Improvisada Colher de Sopa 

     

     

     

  • Lançamento do Livro + Sessões

    17 de novembro, sábado, 17h00
    17h Lançamento do Livro 

    18h Sessão com Fernanda Bernardo

    21h Sessão com Isabel Soveral 
    Fernanda Bernardo é professora de filosofia contemporânea na Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra, posicionada na Desconstrução e na intersecção da filosofia com a literatura, a poética, as artes do visível, a ética e a política. Para além de tradutora de Jacques Derrida, de Emmanuel Levinas, de Maurice Blanchot e de Jean-Luc Nancy, é também autora de vários escritos, em revistas e obras colectivas nacionais e internacionais. Membro do Comité Científico de Filosofia do SSHRC - CRSH (Canadá, 2012), Bernardo foi também a Representante de Coimbra-Cidade refúgio (2003-2006) no Réseau International des Villes Refuge afecto ao Parlement International des Écrivains (Strasbourg).

    Isabel Soveral estudou no Conservatório Nacional com os compositores Jorge Peixinho e Joly Braga Santos. Em 1988 ingressou na Universidade Estadual de Nova Iorque em Stony Brook, onde estudou sobre a orientação dos compositores Daria Semegen e Bulent Arel. É professora no Departamento de Comunicação e Arte da Universidade de Aveiro e membro do INET-MD como coordenadora do grupo de Composição Teoria e Tecnologia da Música (CTTM). Desde 2014 que é diretora do CIME (Centro de Investigação em Música Electroacústica da UA), tendo criado a plataforma EAW (Electroacoustic Winds). Desde 2008 que é membro da Conselho Científico do Centro de Investigação em Música Portuguesa (CIMP). Ademais de várias partituras publicadas e obras editadas, a sua música tem sido apresentada em Portugal, Espanha, França, Itália, Alemanha, Hungria, Áustria, Suíça, Suécia, Bulgária, Polónia, Hong Kong, Macau, Argentina, Brasil, Cuba e Estados Unidos.
  • Visita com os Curadores

    10 de novembro, sábado, 16h00
    Visita com os Curadores
    Paulo Vinhas, Hugo Oliveira, Manuel João Neto, Pedro Junqueira Maia, Pedro Tenreiro, Suzana Ralha

  • Conversa “Da Caos à X. A importância das Rádios Livres” — António da Silva Oliveira, Paulo Vieira de Castro e José Carlos Tinoco

    3 de novembro, sábado, 18h00

    “Da Caos à X. 

    A importância das Rádios Livres”

    António da Silva Oliveira, Paulo Vieira de Castro, José Carlos Tinoco

     

  • Visita Guiada com Sofia Lemos

    3 de novembro, sábado, 16h00
    16h Visita Guiada com Sofia Lemos
  • Sessão de Cinema — “Estudos Incomunicantes”, de Álvaro Salazar

    27 de outubro, sábado, 18h30
    Estreia de Estudos Incomunicantes”, de Álvaro Salazar
    Realização de Bruno Nacarato

    Produção Atelier de Composição

  • Visita com os Curadores

    27 de outubro, sábado, 16h00
    Visita com os Curadores
    Paulo Vinhas, Hugo Oliveira, Manuel João Neto, Pedro Junqueira Maia, Pedro Tenreiro, Suzana Ralha


  • Conversa “Do anarquismo musical aos GNR” — Inês Meneses com Alexandre Soares, Rui Reininho e Silvestre Pestana

    26 de outubro, sexta-feira, 18h00

    Fala com Ela

    “Do anarquismo musical aos GNR”

    Inês Meneses conversa com Alexandre Soares, Rui Reininho e Silvestre Pestana

  • Visita Guiada + Sessões

    20 de outubro, sábado, 16h00
    16h Visita Guiada com Musa paradisiaca

    18h Sessão com Filipa Ramos

    19h Sessão sem António Poppe
    Filipa Ramos é uma escritora e editora residente em Londres, onde é Editora Geral da art-agenda. Lecciona no programa de mestrado em Cinema Experimental da Kingston University e no curso MRes Art:Moving Image da Central Saint Martins, ambos em Londres, e trabalha com o Programa de Mestrado do Institut Kunst, em Basileia. Ramos é co-curadora do Vdrome, um programa de divulgação de filmes criados por artistas visuais e realizadores de cinema. Com atenção prioritária aos temas das relações interespécies, os seus escritos e pesquisa têm vindo a ser publicados em revistas e catálogos internacionais. Ramos publicou Animals (Whitechapel Gallery/MIT Press, 2016) e neste momento prepara uma exposição centrada no tema devir animal – devir outro, com inauguraçao marcada para 2019, no Bildmuseet Umeå, Suécia.

    António Poppe é poeta e artista visual com formação no Ar.Co, no Royal College of Art em Londres, e na School of the Art Institute de Chicago. Colabora com Musa paradisiaca desde 2014, quando Poppe sonorizou o filme O Êxtase e o Éden da autoria da dupla. Em 2017 realizaram em conjunto a exposição Teatro Máximo, na Quetzal Art Center. É autor de Come coral (Douda Correria, 2017), medicin. (Douda Correria, 2015), Livro da Luz (Documenta, 2012) e Torre de Juan Abad (Assírio & Alvim, 2000).
  • Sessão com Musa paradisiaca

    19 de outubro, sexta-feira, 17h00
     
  • Concerto com obras de Filipe Pires, Álvaro Salazar e Rui Penha

    23 de setembro, domingo, 18h00
    Concerto com obras de: 

    Filipe Pires (1934 - 2015)
    "Figurações III", para dois pianos [10']
    Henrique Mateus (pf), Gonçalo Oliveira (pf)
    Alunos da Academia de Música de Vilar do Paraíso 

    Álvaro Salazar (n. 1938)
    "Ein Plagiaten", para piano [1']
    Elsa Marques Silva (pf)

    Rui Penha (n. 1981)
    "pendulum", para flauta, clarinete, violino, violoncelo, piano, vídeo e electrónica em tempo real [8']
    Gabrielle Silva (fl), João Aires (cl-b), Gaspar Santos (vl), José Tiago Silva (vlc), Rui Penha (pf/dir.)
    Com apresentação da obra pelo compositor.
  • Visita Guiada com Carla Filipe

    22 de julho, domingo, 17h
    "Esta exposição é uma tentativa de construir algo sólido. Contrariar a liquidez e construir alguma memória do presente. E que crie ecos, que afirme que podemos agir, fazer, mapear, contribuir para o coletivo, nunca perdendo a singularidade, que é essa a maior riqueza. Neste projeto para a Galeria Municipal existem várias pessoas, várias formas de ver e olhar o Porto, ou a noite."
     Excerto de texto de Carla Filipe na publicação "O ontem morreu hoje, o hoje morre amanhã"
  • Aula Aberta com Miguel von Hafe Pérez

    21 de julho, sábado, 17h
     "Nestas encruzilhadas da memória divago frequentemente por uma época muito particular: os finais de 1970. Tudo revolve num magma indistinto onde proletários e intelectuais protagonizam radicais mudanças de paradigma na receção e difusão da música na cultura popular. Vislumbro aqueles personagens a frequentar as discotecas de Brooklyn replicando modos inacessíveis do Studio 54, concretizando o sonho de libertação com as suas companheiras mais roliças, menos sofisticadas e cocainómanas. São os meus disco-punks. A força não é destrutiva e niilista, é revertida em passos de dança que se aprimoram ao fim de semana. Saturday Night Fever e a música dos Bee Gees é o mais envolvente cenário do velho mito de empoderamento do mecânico americano com a sua ética de trabalho única. Staying Alive é o outro lado do espelho com menos pó branco daquela que será uma das primeiras experiências da música de dança que abre portas para o techno e seus derivados: a versão de oito minutos de I Feel Love de Donna Summer produzida por Giorgio Moroder e Pete Bellotte. A revolução sindicalista coreografada com jogos de anca sincronizados dos da febre de sábado à noite distancia-se, assim, do cinismo hedonista dos que conseguiam entrar naquela porta número 254 na rua 54 em Manhattan. Tudo isto em 1977. No outro extremo o punk rebentava com inusitada violência e rapidez. Como uma bomba de disseminação de estilhaços contraditórios, híper-velozes e de penetração garantida. Mas, intuo mais do que fundamento, manipulada por uma intelectualização proeminente que não consigo deixar de apontar (de forma completamente subjetiva e irracional até, volto a sublinhar) a Malcolm McLaren. Estranho, tudo isto.

    E no entanto… esta intelectualização da música de energia pura e gestos contraditórios no punk e no pós-punk tem, nos seus protagonistas uma série extensa de atores que vieram, precisamente, do meio artístico. Proletários da imagem ou intelectuais da forma?"

    Excerto do texto "Proletários e Intelectuais", escrito por Miguel von Hafe Pérez para a publicação "O ontem morreu hoje, o hoje morre amanhã"
  • Aula Aberta com Pedro Rocha

    21 de julho, sábado, 18h30
    Natural do Porto e sediado nesta mesma cidade, Pedro Rocha desenvolve atividade na área da curadoria de música e de outras práticas artísticas ligadas ao som desde 1998, e a sua atividade principal tem sido a colaboração com o Museu de Arte Contemporânea de Serralves. Para esta aula aberta, a proposta é de uma experiência que coloca a audição coletiva de uma seleção de músicas em simultâneo (paralelo, concorrência ou simbiose) com uma navegação entre ideias, pensamentos e escritos literários que podem ou não relacionar-se direta ou indiretamente com a música ouvida. Sugere-se a aproximação a um dispositivo, ainda que hesitante e especulativo, que coloque em alternância o "disc jockey" com o "text jockey". Enquanto a música tenderá principalmente para a exploração dos universos do minimalismo, da repetição e do processual, os textos poderão aparecer de vários lugares: teoria e crítica musical ou artística, filosofia, testemunhos, sociologia e literatura. O que poderá despontar dos encontros e desencontros, das alianças e fricções, entre a música e as palavras?
  • Workshop de Rui Bourbon: 'Cartazes Despertos'

    14 de julho, sábado, 15h – 17h
    Neste workshop para famílias, sugerido para crianças dos 5 aos 12 anos, os participantes desenvolverão cartazes de eventos musicais utilizando a técnica de colagem. Através da apropriação de fontes tipográficas e imagens oriundas de material preexistente – como livros, revistas e cartazes usados –, novos contextos visuais serão criados a partir de jogos de palavras e elementos gráficos.
  • Tendency (DJ Set) + Expawn (LIVE)

    14 de julho, sábado, 15h – 21h
     
  • Performance de Riccardo Balli

    'Frankenstein, or the 8 bit Prometheus': Low-resolution séance
    13 de julho, sexta-feira, 22h
    Através de uma séance de baixa-resolução mediada por links de Game Boy, Riccardo Balli irá evocar nesta sessão o espírito de Giovanni Aldini (1762 – 1834), famoso ressuscitador de defuntos que inspirou a obra ‘Frankenstein: or the Modern Prometheus’. Aldini contará uma versão comprimida da história original de Frankenstein, cruzando a linguagem do livro com elementos de retro-gaming, simplificando a sua narrativa como se de um jogo arcade se tratasse. Aldini era sobrinho de Luigi Galvani, célebre cientista italiano do séc. XVIII, e vivia na Bologna MIDIeval tal como o autor desta performance.
  • Visita Guiada com Carla Filipe

    07 de julho, sábado, 17h
     
  • Performance de Lydia Lunch

    07 de julho, sábado, 22h
    DUST AND SHADOWS
    Performance de Lydia Lunch ilustrada por uma evocativa apresentação multimédia que utiliza imagens captadas e remisturadas por Elise Passavant. Ambientes sonoros psicadélicos reforçam a musicalidade dinâmica da poesia lírica e da voz hipnotizante de Lydia Lunch. ‘Dust and Shadows’ combina de forma única texturas, imagens e sons sobrenaturais que lidam com temas como a perda, raiva, vingança e sobrevivência através de imagens assombrosas de inúmeras cidades fantasma espalhadas pelo deserto espanhol.
  • Programa de filmes de Steina e Woody Vasulka

    06 de julho, sexta-feira, 22h
    Apresentado por Margarida Mendes

    Esta sessão apresenta os filmes Golden Voyage (1973), Solo for 3 (1974), Reminiscence (1974), Soundgated Images (1974), e Noisefields (1974), de Steina e Woody Vasulka, que introduzem a fase seminal de experiências tecnológicas onde o duo explora o espaço ilusório e materialidade do vídeo, através do processamento intercalado de imagens analógicas, da manipulação do sinal eletrónico e do interface sonoro. Paisagens que aludem ao psicadelismo de Magritte, campos de ondas sonoras, oceanos noise e interferências cinescópicas. Os Vasulkas são pioneiros na exploração artística do vídeo, trabalhando em conjunto desde 1960, com um percurso amplo que se estende da República Checa aos Estados Unidos.
  • DJ Set GAM (Pedro Abrantes e Valdemar Pereira)

    30 de junho, sábado, 22h30
     
  • Inauguração da exposição 'Prémio Paulo Cunha e Silva'

    09.06.2018 - sáb - 18h00
    entrada livre
    O Prémio de Arte Paulo Cunha e Silva foi criado em 2015 pela Câmara Municipal do Porto como homenagem ao antigo vereador da cultura Paulo Cunha e Silva, direcionando‑se a artistas nacionais e internacionais com menos de 40 anos que não tenham tido mais do que uma exposição individual numa instituição, ou espaço de arte, de relevo a nível internacional. O júri da primeira edição – composto por João Laia, Vicente Todolí, Meg Stuart e Julião Sarmento – analisou os portefólios de 47 artistas selecionados por um conjunto de 16 curadores indicados pelos quatro jurados. A Galeria Municipal apresenta uma exposição com obras dos seis finalistas da primeira edição do Prémio – Christine Sun Kim, Jonathas de Andrade, June Crespo, Mariana Caló e Francisco Queimadela, Naufus Ramírez Figueroa, Olga Balema.
  • BARCO NEGRO!

    Visita-Oficina
    Até 18.05.2018
    terça a sexta: 10.00h-11.30h ou 14.30h-16.00h
    Entrada gratuita com inscrição prévia
     A partir da obra "Barco Negro" será analisado o percurso artístico de João Pedro Vale, escultor que interroga a História, as lendas, a propaganda e as noções de identidade, através do uso de formas culturais e folclóricas. Podemos nós conhecer os limites das nossas ilhas, mergulhar numa atração plástica que vive entre a ficção e a construção do eu e do outro, levantando questões que nos mobilizam?

    Destinatários: Ensino Secundário e Profissional

    Entrada gratuita com inscrição prévia através 22 6081063 ou galeriamunicipal@cm-porto.pt

    © Ricardo Castelo / Fundação EDP
  • O QUE VAI NA CABEÇA DOS MACACOS?

    Visita-Oficina
    Até 18.05.2018
    terça a sexta: 10.00h-11.30h ou 14.30h-16.00h
    Entrada gratuita com inscrição prévia
     Mas afinal o que vai na cabeça dos macacos? A partir da obra ambivalente e irónica "100 macacos sem cabeça", de Francisco Queirós, vamos analisar como esta dialoga com o espaço da exposição, com as outras obras e quais as múltiplas relações que desencadeia.

    Destinatários: EB 1º e 2º ciclo

    Entrada gratuita com inscrição prévia através 22 6081063 ou galeriamunicipal@cm-porto.pt

    © Ricardo Castelo / Fundação EDP

  • LUZES, SOMBRAS E CORES

    Visita-Oficina
    Até 18.05.2018
    terça a sexta: 10.00h-11.30h ou 14.30h-16.00h
    Entrada gratuita com inscrição prévia
    Mas afinal o que vai na cabeça dos macacos? A partir da obra ambivalente e irónica 100 macacos sem cabeça, de Francisco Queirós, vamos analisar como esta dialoga com o espaço da exposição, com as outras obras e quais as múltiplas relações que desencadeia.

    Destinatários: EB 1º e 2º ciclo

    Entrada gratuita com inscrição prévia através 22 6081063 ou galeriamunicipal@cm-porto.pt 

    © Ricardo Castelo / Fundação EDP
  • FAMÍLIAS EM AÇÃO NA EXPOSIÇÃO

    Visita-Oficina
    13 maio, domingo, 15h00-17h00
    Entrada livre
    Um jogo de descoberta com base numa seleção de imagens das obras da coleção Pedro Cabrita Reis com propostas variadas de atividades de desenho, pintura e colagem que suscitam cumplicidade em contexto familiar na aproximação à arte contemporânea. 

    Destinatários: Famílias 

    © Ricardo Castelo / Fundação EDP
  • VISITA COMENTADA

    28 abril, sábado, 16h00
    Com Ana Anacleto (curadora)
    Seguida de conversa com Francisco Queirós, Paulo Mendes e Sílvia Hestnes Ferreira
    Entrada livre

    © Ricardo Castelo / Fundação EDP
  • PERFORMANCE: António Olaio & João Taborda

    28 abril, sábado, 21h30
    Capela de Carlos Alberto
    Passados 22 anos do primeiro concerto, António Olaio & João Taborda, em canções como "20 years in a plane", "Foggy days in old Manhattan", “Blaupunkt Blues”, “Red rainbows”, ou “La Prospettiva”, percorrem temas dos seus primeiros álbuns e apresentam temas inéditos. Entre o universo da música e o das artes plásticas, tudo é simultaneamente estranho e familiar.

    Entrada livre
  • AULA ABERTA com Vasco Araújo

    27 abril, sexta-feira, 17h00
     Destinatários: Escolas de arte, universidades e público em geral

    Entrada gratuita com inscrição prévia através 226081063 ou galeriamunicipal@cm-porto.pt

    © Ricardo Castelo / Fundação EDP
  • FAMÍLIAS EM AÇÃO NA EXPOSIÇÃO

    Visita-Oficina
    15 abril, domingo, 15h00-17h00
    Entrada livre
    Um jogo de descoberta com base numa seleção de imagens das obras da coleção Pedro Cabrita Reis com propostas variadas de atividades de desenho, pintura e colagem que suscitam cumplicidade em contexto familiar na aproximação à arte contemporânea.

    Destinatários: Famílias

    © Ricardo Castelo / Fundação EDP

  • AULA ABERTA com João Pedro Vale e Nuno Alexandre Ferreira

    6 abril, sexta-feira, 17h00
    Destinatários: Escolas de arte, universidades e público em geral

    Entrada gratuita com inscrição prévia através 226081063 ou galeriamunicipal@cm-porto.pt

    © Ricardo Castelo / Fundação EDP

  • FAMÍLIAS EM AÇÃO NA EXPOSIÇÃO

    Visita-Oficina
    25 março, domingo, 15h00-17h00
    Entrada livre
    Um jogo de descoberta com base numa seleção de imagens das obras da coleção Pedro Cabrita Reis com propostas variadas de atividades de desenho, pintura e colagem que suscitam cumplicidade em contexto familiar na aproximação à arte contemporânea.

    Destinatários: Famílias

    © Ricardo Castelo / Fundação EDP

  • Lançamento do Catálogo da Exposição

    17.03.2018 - sáb - 17.00h
    Foyer do Auditório da Biblioteca Municipal Almeida Garrett
    Entrada livre
    No próximo sábado será realizado o lançamento do catálogo da exposição “Quatro Elementos”, com a presença dos curadores Ana Luísa Amaral, Eduarda Neves, Pedro Faro e Nuno Faria. A exposição, que decorreu na Galeria Municipal do Porto de 1 de setembro a 12 de novembro de 2017, foi estruturada a partir da ideia cosmogónica dos Elementos Naturais, que inspirou pensadores de várias eras e continua a influenciar a prática artística nos seus diversos territórios, nomeadamente no das artes visuais.

    O catálogo integra documentação relativa aos quatro projetos curatoriais que formaram a exposição e inclui um conjunto de ensaios que permite uma leitura alargada sobre assuntos indagados pelas obras dos artistas que os quatro curadores decidiram apresentar.
  • Inauguração da Exposição "Germinal - O núcleo Cabrita Reis na Coleção de Arte Fundação EDP"

    16.03.2018 - sex - 21.30h
    entrada livre
    INAUGURAÇÃO:

    Na sequência da aquisição da Coleção Cabrita Reis pela Fundação EDP em 2015, a Galeria Municipal do Porto, em colaboração com o Museu de Arte Arquitetura e Tecnologia (MAAT), apresenta agora a maior exposição alguma vez realizada a partir deste espólio. Germinal debruçar‑se‑á sobre um vasto e significativo conjunto de obras, adquiridas pelo artista ao longo dos últimos quase trinta anos, com especial incidência sobre os momentos iniciais ou originários das carreiras de artistas nacionais cujos percursos têm vindo a afirmar‑se ao longo do tempo. Com uma ampla e sólida representação da chamada ‘geração de 90’ e, também, com a presença de artistas de gerações anteriores e posteriores, pretende‑se trazer a público um conjunto de obras marcantes, revelando o olhar de um colecionador atento e amplamente vinculado ao apoio a artistas e às práticas experimentais, sinónimo de cosmopolitismo, vanguarda e compromisso com o futuro.
  • FAMÍLIAS EM AÇÃO NA EXPOSIÇÃO

    Visita-Oficina
    18.02.2018 - dom - 15.00h - 17h00
    entrada livre

    Criação de um mapa de ideias em família com registo das linguagens das obras expostas e ligações a sons, movimentos e imagens sobre a exposição 10000 anos depois entre Vénus e Marte.

    Conceção:
    Graça Lacerda

    Destinatários:
    Famílias

  • A ARTE DE COLECIONAR - Conversa com António Cachola, Pedro Álvares Ribeiro e Paulo Pimenta

    17.02.2018 - sáb - 17.00h
    entrada livre
    Entre a finitude e a acumulação, a memória e a utilidade, a prática do colecionismo desenvolve-se em torno da possibilidade de uma relação entre o presente e o futuro.
    Num encontro a três vozes incontornáveis do colecionismo em Portugal desvelamos o gosto e a reflexão fundamentais ao ato de colecionar.

  • COLECIONADORES DE AZUL

    Visita-Oficina
    Até 16.02.2018 - terça a sexta - 10.00h-11.30h ou 14.30h-16.00h
    Entrada gratuita com inscrição prévia
    Sabias que alguns artistas fazem do azul uma narrativa de emoções e sensações? Vamos colecionar todas as ideias sobre a cor azul e os seus significados. Vamos pensar no azul da galeria e conhecer as obras da coleção. Serão elas azuis? Será o nosso corpo azul?
    Conceção:
    Rita Roque

    Destinatários:
    EB 1º ao 3º ciclo

    Inscrições:
    22 6081063 / galeriamunicipal@cm-porto.pt
  • AMOR EM VÉNUS, GUERRA EM MARTE

    Visita-Oficina
    Até 16.02.2018 - terça a sexta - 10.00h-11.30h ou 14.30h-16.00h
    Entrada gratuita com inscrição prévia

    Como surge o gesto amoroso? O que é que dá impulso à guerra? Podemos através da colagem e do desenho imaginar esses dois mundos? O que são 10 000 anos depois entre Vénus e Marte? Nesta oficina vamos valorizar o título da exposição e elaborar um tabuleiro de jogo onde os participantes vão construir esses dois mundos.

    Conceção:
    Rita Roque

    Destinatários:
    Ensino Secundário Profissional

    Inscrições: 
    22 6081063 / galeriamunicipal@cm-porto.pt

  • SONAR - Há Sons no Ar?

    Visita-Oficina
    Até 16.02.2018 - terça a sexta - 10.00h-11.30h ou 14.30h-16.00h
    Entrada gratuita com inscrição prévia
    Qual é a viagem do som na galeria? Quais são as formas que conseguimos encontrar? Vamos viajar com sons e criar um imaginário de formas, feitas de plasticina. Vamos instalar estas pequenas esculturas de silêncio que guardam os ritmos capturados pelo nosso olhar e pelo nosso ouvido.
    Conceção:
    Rita Roque

    Destinatários:
    Pré-escolar

    Inscrições:
    22 6081063 / galeriamunicipal@cm-porto.pt
     

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