A Galeria Municipal do Porto apresenta um programa regular de exposições e eventos dedicados à arte contemporânea, desenvolvendo projetos também nos domínios do design e da arquitetura. Com a missão de apresentar exposições que promovam uma reflexão sobre as tendências artísticas e discursivas contemporâneas, a Galeria Municipal do Porto promove debate, investigação e disseminação de ideias em torno das artes.
Desde que reiniciou a sua atividade em 2014, a Galeria Municipal do Porto tem colaborado com parceiros nacionais e internacionais na programação e comissariado de exposições, performances e debates, estimulando envolvimento a longo prazo através do seu projeto educativo e editorial.
A Galeria Municipal do Porto é um espaço com entrada livre e conta com a Fundação EDP como mecenas principal.
Entrada livre

Horário

Terça - Sábado
10h00-18h00

Domingo
14h00-18h00

Encerrado à segunda-feira e feriados

Contactos
 Rua D. Manuel II
(Jardins do Palácio de Cristal)
4050-346 Porto

+351 226 081 063
galeriamunicipal@cm-porto.pt
fb.me/galeriamunicipaldoporto

Equipa

Presidente
Rui Moreira

Direção Artística
Guilherme Blanc

Direção Executiva
Sílvia Fernandes

Coordenação de Produção
Patrícia Vaz

Apoio à Curadoria
Rita Roque

Coordenação Editorial

Lídia Queirós

Comunicação
Tiago Dias dos Santos
 
Serviço Educativo
Mariana Bacelar
Rita Roque

Equipa de Montagem
Isidro Caldeira
Joaquim Tavares
Paulo Coelho
Paulo Vieira

Técnicos de Audiovisual
Guilherme Dantas
Luís Neves

Apoio à produção

Joaquim Aguiar
Maria dos Anjos Cerdeira  

Direção Municipal da Cultura
  
Diretora de Departamento
Sofia Alves
 
Serviços administrativos
Eduarda Paiva
Nina Machado

  • mecenas:

  • organização:

  • Fundação Edp
  • Porto.
Expo’98 no Porto é um concurso que atribui duas bolsas para a realização de duas exposições na Galeria Municipal do Porto, entre 2019 e 2020.

Enquanto espaço municipal, a Galeria Municipal tem por missão apresentar exposições que promovam reflexões sobre as tendências artísticas e discursivas contemporâneas. Com Expo’98 no Porto pretende-se reforçar essa missão através de um projeto que estreita a relação entre a singularidade da sua identidade programática e a prática artística e curatorial da cidade.

Dirigido a curadores e artistas residentes no Porto durante todo o período de conceção e implementação dos projetos expositivos, Expo’98 no Porto conta com um orçamento total de 98.000 euros. As duas exposições resultantes do concurso serão apresentadas na Galeria Municipal: a primeira, com um orçamento de 34.000 euros, será inaugurada em dezembro de 2019, e a segunda, com um orçamento de 64.000 euros, será apresentada em 2020.

As candidaturas deverão ser enviadas para galeriamunicipal@cm-porto.pt a partir de 1 de março de 2019.

 

+ info

JÚRI

Daniela Agostinho

Daniela Agostinho é investigadora de pós-doutoramento no Departamento de Artes e Estudos Culturais da Universidade de Copenhaga. Foi curadora da coletiva Artists Film International (MAAT, 2017) e da individual de Aimée Zito Lema (Museu Gulbenkian, com Ana Cachola e Luísa Santos, 2018).

Miguel Ferrão
Licenciado em Pintura pela FBAUL, é mestre em Filosofia-Estética pela FCSH-UNL e doutorando em Estudos Artísticos - Arte e Mediações pela mesma instituição. Dirige com Eduardo Guerra, desde 2010, o projecto artístico Musa paradisiaca, finalista dos Prémios EDP Novos Artistas (2013) e Sonae Media Art (2015). Foi assistente curatorial na Galeria Zé dos Bois (2008-2010) e coordenador da programação “Aguêdê-Alê”, em São Tomé e Príncipe (2010-2013).

Nuno Faria
Formado em história de arte e arqueologia. É director artístico do CIAJG —Centro Internacional das Artes José de Guimarães, curador e professor na ESAD - Escola de Artes e Design das Caldas da Rainha.
Brevemente / Soon
Futuras / Upcoming

07.12.2019 — 16.02.2020

9KG DE OXIGÉNIO

A Galeria Municipal do Porto desafiou o projeto Uma Certa Falta de Coerência a desenvolver um exercício que partisse da problemática da relação entre a prática curatorial independente (e autogerida por artistas) e o contexto expositivo institucional. Uma Certa Falta de Coerência desenvolve o seu trabalho de forma independente desde 2008, num espaço exíguo na rua dos Caldeireiros onde se questiona frequentemente a respirabilidade do ar “como se ali houvesse menos do que os habituais 21% de O2”. A contabilização do oxigénio diz-nos da sua raridade, da economia do esforço e dependência. Face à impossibilidade de transferir essa atmosfera e os seus desafios, o projeto na Galeria Municipal testará políticas de produção e formas de entendimento próprias, tomando como ponto de partida o exercício de sobrevivência em condições adversas e sujeitas a opressão institucional, o sentido da amizade e das trocas desinteressadas em tempos de individualismo extremado e de hipercapitalização, e o rapto da liberdade pelo bom gosto e pela fantasia da aparência e do profissionalismo.
Um projeto de:
Uma Certa Falta de Coerência

07.12.19 — 16.02.2020

EXPO’98 NO PORTO:
DEPOIS DO ESTOURO

  • mr
A presente exposição resulta do projeto concursal “Expo’98 no Porto”, tendo sido selecionada por um júri independente da equipa artística da Galeria Municipal do Porto.

Os desenvolvimentos sociais e económicos do final do século passado desencadearam, à entrada do terceiro milénio, uma série de condições que se mostram fundamentais para questionar o optimismo anunciado pela globalização. Depois do Estouro propõe uma reflexão sobre paradoxos das suas consequências, paralelamente desafiando noções de manipulação do tempo. As obras apresentadas foram produzidas no final da segunda década do século XXI por treze artistas que cresceram em Portugal e viveram a sua infância na década de 90.
Nos formatos da fotografia e cinema expandido e em torno de relações entre o documentário, realidade e ficção, os trabalhos incidem sobre questões da humanidade, do espaço físico e do tempo. Numa geração caracterizada pela disseminação da cultura digital, no qual os artistas, e outros agentes culturais, recorrem a novas tecnologias para produção e circulação dos seus conteúdos, torna-se necessário pensar a natureza ontológica da imagem. As particularidades que surgem desta influência geracional são directamente transpostas em obras de arte, que serão de maior importância para reflectir sobre um período passado.



Curadoria:
Tomás Abreu

Artistas:
Alice dos Reis
Francisco M. Gomes
Henrique Pavão
Hugo Almeida Pinho
Igor Jesus
Jorge Jácome
Lúcia Prancha
Mariana Rocha
Mariana Vilanova
Pedro Huet
Rodrigo Gomes
Sara Graça
Tomás Abreu

Imagem:
Sem título, 2019
Mariana Rocha
Exposições Futuras